sexta-feira, 31 de julho de 2015

Missão japonesa estuda infraestrutura do Itaqui


Entre os principais objetivos da Agência de Cooperação Internacional do Japão, está projetar a produção no Norte do Brasil

Divulgação
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Representantes da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) visitaram a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) e finalizaram na última semana de março o levantamento de dados sobre a infraestrutura logística do Porto do Itaqui para exportação de grãos.
O grupo japonês, composto de cinco integrantes, e liderado pelo economista do Departamento de Desenvolvimento de Projetos do Japão, Yuichi Baba, foi recebido pelo presidente da Emap, Ted Lago, e sua equipe técnica, no início e na finalização dos trabalhos.
Após a apresentação do potencial do porto e da discussão dos pontos de interesse comum, a equipe japonesa iniciou o levantamento de informações que irão compor o Estudo de Informações Básicas Referentes à Logística de Escoamento de Grãos no Brasil.
Entre os principais objetivos do estudo, estão a projeção da produção no Norte do Brasil e da demanda de escoamento de grãos, principalmente para exportação; análise do escoamento e serviços existentes; identificação de melhoramento e instalações adicionais, além de medidas para expandir a capacidade de escoamento da região, com enfoque no Porto do Itaqui e também na malha viária; e identificação de potenciais oportunidades de negócios relacionados com o setor de grãos.
A previsão é de que o relatório seja concluído até o final de julho, quando será submetido à aprovação pela Jica. Como país importador de alimentos, é interesse do Japão investir em logística para o escoamento de grãos nos principais portos exportadores do mundo.
Cooperação - A Jica situa o Brasil como seu parceiro na solução de questões globais e realiza cooperação que contribui não só para a solução de problemas internos do Brasil, mas também de dimensões mundiais. Como parceiros nas questões de escala mundial, o Brasil e o Japão vêm promovendo a cooperação em áreas como a agricultura, saúde, meio ambiente e formação profissional, focados em atender às demandas de países na América Central e do Sul, nos países africanos de língua portuguesa, e mais recentemente, nos países do sudeste asiático.
A parceria formada entre Jica, Agência Brasileira de Cooperação (ABC - Ministério das Relações Exteriores) e instituições brasileiras - receptoras de cooperação técnica japonesa no passado - é responsável pela realização até o momento de 10 Projetos Conjuntos nos países beneficiários na área de Saúde, Agricultura, Meio Ambiente, Formação Profissional e na realização de mais de 40 cursos do Programa de Treinamento para Terceiros Países (TCTP), para técnicos de mais de 20 países.
"Essa visita da Jica demonstra a importância do Porto do Itaqui como vetor estratégico de exportação de grãos e acena com a viabilização de investimentos – públicos e privados – para ampliar a nossa capacidade e projetar o Maranhão nesse cenário", afirmou Ted Lago.
Crédito Jornal O Estado do Maranhão

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Procon divulga valores de pacotes para destinos turísticos no estado

Procon divulga valores de pacotes para destinos turísticos no estado

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Órgão listou gastos que o consumidor terá em passeios a pontos turísticos, como Alcântara, Barreirinhas e Carolina

Lençóis maranhenses são destino bastante procurado no período/Divulgação
Lençóis maranhenses são destino bastante procurado no período/Divulgação (Foto: Divulgação)
A Gerência de Proteção e Defesa do Consumidor do Maranhão (Procon-MA), por meio de pesquisa, listou preços de pacotes de turismo para alguns dos principais destinos turísticos do estado. Foram divulgados pelo órgão os valores de passeios a Alcântara, Barreirinhas e Carolina.
Para Alcântara, cidade colonial e histórica, o valor mais baixo encontrado, por pessoa, é R$ 90,00. O valor é exclusivo para grupos que tenham, no mínimo, quatro turistas. O pacote faz a viagem no estilo ‘bate e volta’, em que o viajante não pernoita na cidade, retornando no mesmo dia. No valor está incluso transfer, passeio de catamarã para ir e voltar, guia turístico e transfer para a volta ao hotel.
Para Barreirinhas, cidade que dá acesso ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o menor preço, no estilo bate e volta, é R$ 120,00. Pelo valor, o turista viaja de van até a cidade, faz o passeio pelas lagoas em caminhonete 4x4 e retorna no fim da tarde para São Luís.
Já para Carolina, no sul do Maranhão, a distância impede o esquema de viagem curta. Os pacotes geralmente incluem estadia na cidade. Incluindo três diárias, em quarto triplo ou quádruplo, além de taxas ambientais para a entrada nos santuários e cachoeiras acompanhado de guia credenciado, o preço mais baixo encontrado para o passeio é R$ 1.143,00.
De acordo com o diretor-geral do Procon Maranhão, Duarte Júnior, no contrato (ou ficha roteiro de viagem) deve constar tudo o que foi acertado verbalmente e oferecido pela publicidade. As cláusulas que possam colocar o consumidor em desvantagem exigem maior atenção, sobretudo quanto à possibilidade de alterações nos hotéis, passeios, taxas extras e transportes. É importante guardar uma via datada e assinada, além de todos os prospectos, anúncios e folhetos publicitários, que integram o contrato.

Créditos: Jornal O Estado do Maranhão

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Alumar comemora 35 anos funcionamento em São Luís

Alumar comemora 35 anos de implantação

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Excelência operacional e respeito à comunidade e ao meio ambiente são as marcas da sólida e longa trajetória da empresa, instalada em São Luis

Vista aérea da Refinaria da Alumar, onde é produzida alumina, hoje principal produto da empresa/Divulgação
Vista aérea da Refinaria da Alumar, onde é produzida alumina, hoje principal produto da empresa/Divulgação (Foto: Divulgação)
Há 35 anos, em 31 de julho de 1980, o plantio de uma muda de ipê-amarelo marcava simbolicamente o início da instalação do Consórcio de Alumínio do Maranhão (Alumar), em São Luís, um projeto que daria uma nova dinâmica à economia do estado, gerando emprego, renda e tributos.
Um empreendimento que, ao longo de sua trajetória, enfrentou crises econômicas, como a atual, mas que se tornou referência internacional seja pela excelência das operações, seja pela responsabilidade socioambiental de sua atuação na localidade.
Um sonho que se tornou realidade efetivamente a partir de 1984, quando da inauguração da primeira fase do projeto, que foi a partida da refinaria e porto - esta com a previsão de produção anual de 500 mil t/ano- e da fábrica de redução de alumínio com a operação da Linha I, com a meta inicial de produzir 110 mil t/ano de alumínio.
Desde então, a Alumar experimentou expansões que passaram pelas linhas de produção de alumínio – hoje paralisada em decorrência da crise – e de alumina, cuja capacidade foi duplicada de 1,5 milhão para 3 milhões em 2009, com a inauguração da expansão da refinaria pelo então presidente Lula.
Nessa longa trajetória, a Alumar, um dos maiores projetos privados na área industrial até então implantados no país, atraiu para o seu entorno novos investimentos e empresas que se instalaram na capital maranhense, trazendo oportunidades de negócios para os fornecedores locais e empregos.
Desde a implantação de seu canteiro de obras, na década de 1980, até os dias de hoje, a Alumar investiu bilhões de dólares para construir uma empresa de sucesso, comprometida com o desenvolvimento econômico e social do Maranhão.
“Tenho imenso orgulho de, junto com cada um dos funcionários da Alumar, fazer parte desta história, que nestes 35 anos nos consolidou com uma empresa que acumula resultados extremamente positivos, nos destacando nas áreas operacional, econômica, social e ambiental”, declarou o diretor da Alumar, Nilson Ferraz.
Comprometimento - Ele acrescentou que é um privilégio liderar essa equipe, que, com engajamento, comprometimento e competência, ajuda a imprimir diariamente a marca da sustentabilidade e da excelência nas operações da empresa com muito talento.
É importante ressaltar que em todas as fases de expansão da Alumar, procurou-se integrar desenvolvimento econômico à valorização das pessoas e da conservação do meio ambiente. Ao longo desses 35 anos, a empresa recebeu reconhecimentos nacionais e internacionais, nas áreas de saúde, segurança, meio ambiente e responsabilidade social, conquistando certificações operacionais, como as Normas ISO 9002 e 14001, OSHAS e a SA 8000.
Sustentabilidade é alicerce do sistema de gestão da empresa
Implantada em São Luís em período de plena discussão sobre o conceito de sustentabilidade, o projeto de instalação do Consórcio de Alumínio do Maranhão (Alumar) já fora concebido, na década de 1980, e começou a operar em sintonia com as novas exigências do mercado mundial, reafirmando a importância do equilíbrio entre sucesso econômico, conservação ambiental e responsabilidade social.
Nesse sentido, a Alumar se beneficiou da experiência e da tecnologia ambiental de outras fábricas desenvolvidas pela Alcoa, sócia majoritária do consórcio. Ainda na fase de planejamento, foi elaborado um modelo de gestão rigoroso, sobretudo com processos e equipamentos de controle de resíduos e efluentes, de conservação e recuperação ambiental. Um investimento entre 15% a 20% dos recursos destinados para a construção da fábrica foi aplicado em tecnologia de gestão e produção.
A iniciativa viabilizou, entre outras inovações, uma elaborada estratégia de racionalização do uso da água, com a implantação de um circuito fechado que recircula a água da produção e capta água da chuva para aproveitamento no processo. “Com melhorias contínuas em nossas operações, alcançamos 100% de reuso do sistema”, informa a gerente de Sistema de Gestão, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho e Relações Institucionais, Dulcimar Soares.
Energia - Outro insumo fundamental para a indústria é a energia. A Alumar, com suas soluções em eficiência energética, tornou-se referência nacional no tema, integrando o maior banco de dados digital sobre boas práticas em desenvolvimento sustentável: o Programa Benchmarking Brasil. Em sua 13ª edição, o programa seleciona e outorga o ranking das organizações detentoras das melhores práticas de sustentabilidade do país.
Com o case “Otimização de Processos e Gerenciamento Sustentável: Fontes de Energia de um Case de Sucesso”, a Alumar demonstrou resultados expressivos de economia de energia, tais como redução de 15% no consumo energético específico, de 2010 a 2014; aumento da parcela de geração própria de energia elétrica, de 36% para 65% nos últimos cinco anos e diminuição de geração de resíduos sólidos.
Para o diretor da Alumar, Nilson Ferraz, esses reconhecimentos demonstram o compromisso do consórcio com as boas práticas de sustentabilidade. “Trata-se de uma conquista que aprova e reconhece o modelo de gestão da Alumar e é referência no Brasil por critérios de inovação e excelência”, comemorou.
Crédito Jornal O Estado do Maranhão
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Altura de prédios em áreas de São Luís poderá ter alterações em algumas áreas

Altura de prédios em áreas de São Luís poderá ter alterações

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Essa e outras propostas foram sugeridas durante série de audiências públicas iniciadas no dia 21 deste mês, para discutir o Plano Diretor da cidade; reuniões deverão prosseguir até o dia 25 do próximo mês


Audiências públicas discutem aumento do número de andares em prédios de em alguns bairros de São Luís
Audiências públicas discutem aumento do número de andares em prédios de em alguns bairros de São Luís (Foto: De Jesus)
A alteração na altura máxima de prédios construídos em São Luís (com a mudança dos gabaritos ou número de andares por construção) foi uma das propostas apresentadas à Prefeitura de São Luís, por meio do Instituto da Cidade (Incid), na série de audiências públicas realizadas desde o dia 21 deste mês na cidade. As reuniões, que contam com a presença de representantes da sociedade civil, servem para a discussão do Plano Diretor (Lei nº 4.669/06) e da Lei de Zoneamento, Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo Urbano e Rural Municipal (Lei nº 3.253/92).
A proposta - discutida com o poder público durante audiência realizada no dia 28 deste mês, no auditório da Universidade Pitágoras - prevê mudanças na regulamentação das construções em áreas como Vinhais e Cohama (cujo processo de verticalização, de acordo com os especialistas, ainda está em estágio inicial). Atualmente, com base na Lei de Zoneamento de São Luís, o limite máximo de pavimentos para prédios construídos nesses bairros é de até 10.
De acordo com o presidente do Incid, Marcelo do Espírito Santo, a sugestão é de que o número máximo de pavimentos nesses bairros seja de até 15. "No entanto, é preciso ressaltar que, mesmo que haja essas alterações, tudo será refletido na cidade a médio e longo prazo, já que, com base na atual situação econômica do país, o setor da construção civil sofreu forte retração", disse.
Ainda segundo ele, áreas como a Ponta d'Areia, por exemplo, que abrigam a maior concentração de prédios na capital maranhense, não deverão sofrer modificações quanto ao limite máximo de gabaritos. "Como se trata de áreas conhecidas pela concentração de prédios e por intermédio da população, nesse momento, a Prefeitura não vê chances de que haja mudanças, nem mesmo a longo prazo", afirmou.
SAIBA MAIS
A série de audiências públicas
, iniciada no dia 21 deste mês no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana (Multicenter Sebrae), no Cohafuma, é necessária para as alterações do Plano Diretor (Lei nº 4.669/06) e da Lei de Zoneamento, Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo Urbano e Rural Municipal (Lei nº 3.253/92). A Lei de Zoneamento, segundo a Prefeitura de São Luís, trata do índice de ocupação do lote e também da forma de divisão da terra. Até o momento, já foram realizadas cinco audiências públicas sobre o Plano e a Lei de Zoneamento, e que contemplaram as seguintes áreas: Cohama, Vinhais, Cohajap, Angelim, João Paulo, Vila Palmeira, Turu, Itapiracó, Olho d´Água e Ponta d’Areia. A sexta audiência sobre a Lei de Zoneamento e o Plano Diretor deverá ocorrer no dia 4 do próximo mês, UEB Ensino Fundamental Agostinho Vasconcelos, no Pão de Açúcar, das 18h às 21h. Deverão participar do encontro representantes do Anil, Santo Antônio e adjacências.
Audiências públicas que ainda deverão acontecer
04/08 – 6ª audiência
Local: UEB Ensino Fundamental Agostinho Vasconcelos, no Pão de Açúcar
Horário: 18h às 21h
Área: Anil, Santo Antônio e adjacências
06/08 – 7ª audiência
Local: UEB Ensino Fundamental Tancredo Neves, na Cidade Operária
Horário: 18h às 21h
Área: Cidade Operária, Cidade Olímpica e adjacências

08/08 – 8ª audiência
Local: UEB Ensino Fundamental Darcy Ribeiro, na avenida dos Africanos
Horário: 9h ao meio-dia
Área: Coroadinho, Sacavém e adjacências
11/08 – 9ª audiência
Local: Auditório do CCSA da Universidade Estadual do Maranhão (Uema)
Horário: 18h às 21h
Área: São Cristóvão, Tirirical e adjacências
13/08 – 10ª audiência
Local: Auditório Central da UFMA, na avenida dos Portugueses
Horário: 18h às 21h
Área: Itaqui-Bacanga e adjacências
15/08 – 11ª audiência
Local: UEB Ensino Fundamental
Horário: 9h ao meio-dia
Área: Tibiri e adjacências
18/08 – 12ª audiência
Local: Auditório da Casa do Trabalhador, na avenida Carlos Cunha
Horário: 18h às 21h
Área: São Francisco e adjacências
20/08 – 13ª audiência
Local: UEB Ensino Fundamental Primavera-Cohatrac, no Conjunto Primavera III
Horário: 18h às 21h
Área: Cohatrac, Cohab e adjacências
22/08 – 14ª audiência
Local: UEB Ensino Fundamental Gomes de Sousa, na Vila Maranhão
Horário: 9h ao meio-dia
Área: Maracanã e adjacências
25/08 – 15ª audiência
Local: UEB Ensino Fundamental Maria Rocha, na avenida dos Africanos, Areinha
Horário: 9h ao meio-dia
Área: Monte Castelo, Bairro de Fátima e adjacências
Fonte: Prefeitura de São Luís

Crédito: Jornal O Estado do Maranhão
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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Burger King e MAC vão ter lojas próprias em São Luís ainda em 2015

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O Shopping da Ilha anunciou a chegada de novas marcas em seu estabelecimento, a partir desse segundo semestre e de 2016. Entre as novas lojas que vão iniciar suas atividades no espaço comercial do Maranhão Novo, estão a rede de lanchonete Burger King e as de maquiagem da MAC, ambas serão lojas próprias da marca e não franquiadas. Porém estas não serão as únicas estreantes no local,  estão previstas ainda: As Casas Bahia, Lojas Americanas, Adidas, Imaginarium e Malwee que apesar de serem novidade no Shopping da Ilha elas já existiam na cidade.
Para o próximo ano, estão certas: Tok & Stok e Camicado.
Porém de longe, as que causam mais euforia são as duas citadas inicialmente, a primeira é uma das grandes empresas no mercado de fast food no país, inclusive existia já um sentimento que o Burger King poderia estar funcionando na capital maranhense há tempos, fazendo concorrência a outras grandes do segmento como MC Donald´s, Bob´s, Subway, Giraffas etc. Já a MAC vai levar meninas e mulheres a terem a oportunidade de comprar em São Luís produtos que antes só eram comprados fora do estado ou até mesmo do país.
Tok & Stok e Camicado também são lojas do segmento de produtos para casa, porém com um toque diferenciado. As demais marcas embora não chamem mais tanta atenção, por já não serem mais novidade na cidade, são muito bem vindas e serão muito úteis para o comércio local e para o incremento da oferta de emprego na capital.
Com a chegada de novas grandes marcas, o Shopping da Ilha quer se estabelecer no mercado como o melhor centro de vendas da capital maranhense.
O Burger King, além do Shopping da Ilha, estará presente também no Shopping Rio Anil, assim como também a Malwee que já funciona no Shopping São Luís. Ambas já estão em adiantada fase de preparação de suas lojas. A população agradece.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Bacabal ganha academia de ginástica para o cérebro

Bacabal ganha academia de ginástica para o cérebro

Ter o cérebro em forma, com boa memória, agilidade de raciocínio e capacidade criativa, é a receita para ter vida ativa, sucesso e qualidade de vida. É por isso que o SUPERA Ginástica para o Cérebro está inaugurando esta semana uma escola em Bacabal. A consciência da população sobre a importância dos cuidados com a saúde do cérebro está aumentando. As pessoas querem ser produtivas e envelhecer com o cérebro ativo, aprendendo e se relacionando bem com a família e os amigos. A ginástica cerebral evita as perdas cognitivas e pode retardar sintomas de doenças como o Alzheimer, uma doença triste e preocupante que, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), afeta 14,5 milhões de brasileiros com 60 anos. O curso, que tem duração de duas horas semanais, é divertido e desafiador.

A metodologia dedicada ao desenvolvimento de funções do cérebro e habilidades socioemocionais inclui o uso de jogos de tabuleiro, apostilas de raciocínio lógico, dinâmicas de grupo e até jogos online desenvolvidos por neurocientistas. “Para quem se preocupa com a qualidade de vida, o SUPERA em Bacabal será uma boa opção de investimento.

O método garante diferenciais competitivos para adultos e garantia de um futuro promissor para as crianças. Os pais se preocupam com a falta de atenção dos filhos nesse nosso ambiente multitarefa e o SUPERA pode ajuda-los a melhorar a concentração, foco, raciocínio, memória e criatividade, além de habilidades socioemocionais”, comenta o diretor da unidade, Denis Coutinho. Cada atividade estimula uma região do cérebro e desenvolve uma habilidade diferente. Os alunos aprendem a disciplina, foco e respeitar os colegas no trabalho em equipe. O ábaco treina o cérebro para manter-se concentrado por longos períodos de tempo e ainda exercita a capacidade de calcular mentalmente. “Estamos felizes de inaugurar mais um SUPERA porque sabemos a transformação que o curso faz na vida das pessoas. Em poucos meses, vemos nossos alunos mais confiantes e felizes, porque eles sentem que estão aproveitando o potencial do seu cérebro e avançando em suas atividades cotidianas”, afirma o professor de ginástica cerebral Brian Sandretti, que dá treinamentos do ábaco para os educadores da rede de franquias SUPERA.

Em Bacabal, o SUPERA fica à Rua da Forquilha, 05, São Francisco. Durante a semana de inauguração, haverá palestras sobre o método e aulas gratuitas para a população. É preciso reservar vagas.

Informações
Denis Coutinho
Supera Franqueado
Unidade Bacabal-MA
Skype denis.bacabal.supera
Telefone:
99 8216 7915

terça-feira, 28 de julho de 2015

A adesão do Maranhão à Independência do Brasil



A data de hoje celebra a adesão do Maranhão à independência, ocorrida em 28 de julho de 1823, nove meses depois de D. Pedro I proclamar a separação do Brasil de Portugal. Porém, em algumas províncias, a resistência à nova ordem política do país trouxe problemas ao imperador. No caso do Maranhão, onde os laços com a coroa portuguesa eram muito fortes, a independência não foi reconhecida.
No processo que resultou na histórica decisão do dia 28 de julho de 1823, um almirante escocês, chamado Lord Cochrane, teve um papel crucial neste processo e por conta dos trabalhos prestados a D. Pedro I, de grande importância para debelar a resistência do estado a aderir ao Império, fez com que ele recebesse o título de Marquês do Maranhão.
Durante o turbulento processo de resistência à proclamação da Independência do Brasil, que tinha entre as províncias que davam mais “dor de cabeça” o Maranhão. Diante da dificuldade enfrentada por D. Pedro I para contornar a situação foi preciso contratar os serviços de Lord Cochrane.
Com um histórico de serviços prestados a chilenos e peruanos na guerra pela independência da Espanha, ele chefiou a marinha de guerra brasileira e comandou o cerco a São Luís no momento mais tenso de um longo processo de resistência, que culminou finalmente com a decisão do Maranhão de aderir a nova ordem política e se incorporou ao Império, quando os navios chefiados por Cochrane já estavam na Baia de São Marcos e com os canhões apontados para São Luís.
No túmulo de Lord Cochrane, situado na Abadia de Westminster em Londres está escrito o titulo “ Marquis of Maranham”, título que recebeu de D. Pedro I em 25 de novembro de 1823 pelos relevantes serviços prestados ao país.
Fonte: http://www.maranhaodagente.com.br/

domingo, 26 de julho de 2015

SÉRIE SOBRE AS BELEZAS DO MARANHÃO SERÁ EXIBIDA NA REDE RECORD

Acho que vai ser bacana!


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SÉRIE SOBRE AS BELEZAS DO MARANHÃO SERÁ EXIBIDA NA REDE RECORD
Terras das Águas é o nome da série sobre o Maranhão, que vai ao ar a partir desta segunda-feira (27), às 21h30, durante o Jornal da Record. Serão cinco episódios com duração de 15 minutos cada, exibidos em todo o Brasil e em 150 países, por meio da Record Internacional. O roteiro contemplou os polos São Luís, Lençóis Maranhenses e Delta das Américas, e Chapada das Mesas. Além da capital, a equipe visitou municípios de Raposa e Alcântara, seguindo para Tutóia, Santo Amaro e Carolina. Não percam!

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Série sobre as belezas do Maranhão será exibida em rede nacional

Terras das Águas é a série sobre o Maranhão que vai ao ar no Jornal da Record. O roteiro contemplou São Luís, Lençóis Maranhenses, Delta das Américas e Chapada das Mesas

TURISMO
27/07/2015 - 07h30
Foto: Divulgação.
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Profissionais da Record trabalhando nos Lençóis Maranhenses
Terras das Águas é o nome da série sobre o Maranhão que vai ao ar, a partir desta segunda-feira, dia 27, às 21h30, durante o Jornal da Record. Serão cinco episódios com duração de 15 minutos cada, exibidos em todo o Brasil e em 150 países, por meio da Record Internacional.
Foto: Divulgação.
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Filmagens em São Luís para a série sobre o Maranhão a que a Rede Record levará ao ar
O roteiro contemplou os polos São Luís, Lençóis Maranhenses e Delta das Américas, e Chapada das Mesas. A equipe visitou os municípios de São Luís, Raposa e Alcântara, seguindo para Tutóia, Santo Amaro e Carolina. A ação também contou com o apoio das secretarias municipais de turismo e empresários do setor das cidades visitadas.
As imagens foram captadas em junho, durante o período dos festejos juninos. “Além dos destinos turísticos, a equipe da Rede Record pôde vivenciar a diversidade cultural encontrada no Maranhão. Nossa expectativa é que as reportagens apresentem parte das inúmeras experiências que o turista poderá vivenciar em nosso estado", explicou a secretaria de Turismo do Maranhão, Delma Andrade.
  • Profissionais da Record trabalhando nos Lençóis Maranhenses

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Segunda Esquadra da Marinha já movimenta a Ponta da Espera na Baía de São Marcos

2ª Esquadra: 4º DN melhora aquartelamento do pelotão de fuzileiros que vigia a Ponta da Espera

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Destacamento de proteção da Ponta da Espera pertence ao efetivo do Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém
Por Roberto Lopes
O 4º Distrito Naval, sediado em Belém, concluiu as obras de recuperação das edificações no passado ocupadas pelo Serviço de Sinalização Náutica 42, e que foram agora designadas para abrigar o Núcleo de Segurança das Instalações e Áreas da Marinha na Ponta da Espera, em São Luís (MA).
O Núcleo é guarnecido por um pelotão de 45 homens pertencente ao efetivo do Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém (GptFNBe). O destacamento foi incumbido de manter a segurança da Ponta da Espera, da Ilha do Medo e de seu entorno – locais onde, no futuro, a Marinha do Brasil erguerá as instalações da sua 2ª Esquadra.
A entrega oficial do aquartelamento do Núcleo aconteceu a 3 de julho último, na presença do Comandante do 4º Distrito Naval, vice-almirante Edlander Santos, do Capitão dos Portos do Maranhão, capitão-de-mar-e-guerra Marcos Tadashi Hamaoka, e do comandante do GptFNBe, capitão-de-fragata (FN) Max Guilherme de Andrade e Silva.
A formação da nova esquadra obedece a uma recomendação da Estratégia Nacional de Defesa. Ela implicará na transferência de, pelo menos, 6.000 militares para a região da capital maranhense. Considerando os familiares, o estado receberá entre 20 mil e 30 mil pessoas diretamente ligadas à base da nova esquadra.
24 horas – A escolha da Ponta da Espera/Ilha do Medo levou em conta a estrutura portuária já existente, as condições de navegabilidade na Baía de São Marcos, a grande variação de marés e características do litoral, como número de reentrâncias e profundidade do canal de acesso marítimo.
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A Ponta da Espera já possui modesta infraestrutura portuária
Todos esses parâmetros foram considerados favoráveis à operação das embarcações militares durante as 24 horas do dia – exigência básica do projeto definido pela Força Naval para a sua 2ª Esquadra.
O complexo naval militar também deixará a estrutura da Marinha mais apta a atender as demandas de outro projeto da Estratégia Nacional de Defesa, batizado de “Amazônia Segura”, que prevê instalação de 26 postos navais na região, de forma a aumentar a fiscalização e a vigilância sobre a atividade marítima.
O programa de estruturação da 2ª Esquadra prevê que, no prazo de 30 anos, ela receba (na metade inicial da década de 2040) um porta-aviões. Sua frota deve incorporar ainda um porta-helicópteros classificado como navio de múltiplos propósitos, destinado ao controle de área marítima, a assalto anfíbio e ao socorro a vítimas de desastres naturais.
Ministro – Segundo a coluna INSIDER pôde apurar, recentemente, ao responder ao Requerimento de Informação nº 209/15, formulado pelo deputado Victor Mendes PV-MA, o Ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou – com base em manifestação do comando da Marinha – que a 2ª Esquadra continua objeto do Planejamento Estratégico da corporação, dentro do Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa (PAED), dependendo apenas de decisão governamental que ratifique o Plano e viabilize os recursos para início de construção das instalações.
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Deputado Victor Mendes, do PV maranhense, recebeu garantia do ministro da Defesa: a 2ª Esquadra continua entre as prioridades do Comando da Marinha
“A partir da dotação orçamentária, estima-se em 20 anos o prazo para implantação da estrutura de apoio e início das operações da Segunda Esquadra”, diz o texto assinado por Wagner.
No mesmo documento o ministro confirma que os estudos técnicos recomendam a área abrangida entre a Ponta de Espera e Ilha do Medo “como o local que melhor atende aos requisitos para instalação da 2ª Esquadra”.
Wagner informa também que já foram superadas as questões relativas aos terrenos para instalação da Esquadra. É que os estudos iniciais indicavam que as áreas de propriedade da Marinha na região a ser ocupada pela Base Naval no Maranhão não eram suficientes para abrigar todas as benfeitorias e estrutura física do empreendimento. A questão foi solucionada 19 meses atrás, com a incorporação de terrenos contíguos pertencentes ao Exército, por meio de cessão.
Em 2009 a região portuária da Ponta da Espera foi inspecionada pelo então comandante-geral do Corpo de Fuzileiros Navais, almirante-de-esquadra (FN) Álvaro Augusto Dias Monteiro, que concluiu: a área apresenta as qualidades necessárias para abrigar a 2ª Divisão Anfíbia, que será criada na estrutura de sua corporação para atender as necessidades operacionais da 2ª Esquadra.

sábado, 11 de julho de 2015

São Luís é quarta melhor cidade do Nordeste para se viver, aponta estudo

As 10 melhores cidades do Nordeste para se viver

Constam na lista os municípios nordestinos que apresentaram o melhor desempenho na última edição do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal


A região Nordeste não tem apenas belas praias. Algumas de suas cidades apresentam alto desempenho no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), uma das referências mais usadas para medição da qualidade de vida.
Na lista a seguir estão as 10 cidades mais bem colocadas no ranking montado exclusivamente com os dados que compõem o IDHM. Basicamente, são levados em conta três itens: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda).
A metodologia do índice foi adaptada do IDH Global pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Fundação João Pinheiro.

1. Fernando de Noronha, PE
Crédito: Blog do Planalto.
Crédito: Blog do Planalto.
O arquipélago formado por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de origem vulcânica aparece no topo da lista dos melhores municípios para se viver no Nordeste, mesmo não sendo uma cidade convencional. Fernando de Noronha, com IDHM de 0,788, tem o status de distrito estadual, ou seja, não há eleições para prefeito, mas sim a indicação de um administrador-geral feita pelo governo do estado.
A Vila dos Remédios, centro comercial da ilha, é onde vive e trabalha a maior parte dos 2,8 mil habitantes do local. Por se tratar de um Parque Nacional, a principal atividade econômica de Noronha é, naturalmente, o turismo. Visitantes do mundo todo visitam a região para conhecer a exuberância de suas matas tropicais, as águas cristalinas de suas praias e, claro, os golfinhos.

2. Recife, PE
Crédito: Wikimedia.
Crédito: Wikimedia.
A capital pernambucana aparece na segunda colocação, com IDHM de 0,772. Tem aproximadamente 1,5 milhão de habitantes e destaca-se como a metrópole mais rica das regiões Nordeste e Norte do país.  Recife alia a vocação de potência econômica local ao grande apelo turístico que possui, em especial por causa de suas praias e construções históricas. No passado, a cidade chegou a estar sob domínio holandês durante 24 anos.

3. Aracaju, SE
Crédito: Prefeitura de Aracaju
Crédito: Prefeitura de Aracaju
O nome de origem tupi da capital sergipana significa “cajueiro das araras”, pelo menos segundo uma das explicações mais aceitas. Aracaju ficou com IDHM de 0,770 na última medição do índice, o que a coloca na terceira posição entre as cidades nordestinas e única representante do Sergipe no top 15. O município tem 571.149 mil habitantes, de acordo com dados do Censo do IBGE de 2010.

4. São Luís, MA
Crédito: Wikimedia Commons
Crédito: Wikimedia Commons
A capital do Maranhão foi a única cidade brasileira fundada por franceses, depois ocupada por holandeses e só posteriormente colonizada por portugueses. Com pouco mais de um milhão de habitantes, São Luís é famosa pela tradição afro-indígena do bumba-meu-boi, festa direcionada a públicos de todas as idades e que ocorre em vários pontos da cidade, desde as periferias até o centro. O IDHM de São Luís é de 0,768.

5. Parnamirim, RN
Crédito: Agência Espacial Brasileira
Crédito: Agência Espacial Brasileira
Pertencente à região metropolitana de Natal, Paranamirim é considerada a cidade mais urbanizada do Rio Grande do Norte. O município que tem IDHM de 0,766 é sede do Centro de Lançamento da Barreira do inferno (CLBI), base que a Força Aérea Brasileira usa para o lançamento de foguetes de pequeno e médio porte, e que é aberto à visitação do público.

6. João Pessoa, PB
Praça dos Três Poderes em João Pessoa. Crédito: Wikimedia Commons
Praça dos Três Poderes em João Pessoa. Crédito: Wikimedia Commons
A capital paraibana recebe o apelido de “Porta do Sol” por localizar-se dentro de seu território a Ponta do Seixas, uma estreita faixa de praia de areia branca, que é a região mais oriental das Américas. Economicamente, João Pessoa concentra 30,7% de todas as riquezas produzidas na Paraíba e tem no turismo sua principal fonte de renda e empregos. O IDHM é de 0,763.

7. Natal, RN
Ponte de Todos, em Natal. Crédito: Newton Navarro, Wikimedia Commons.
Ponte de Todos, em Natal. Crédito: Wikimedia Commons.
Como é possível deduzir, o nome da cidade faz referência direta à festa cristã em que se comemora o nascimento de Jesus, isso porque a data de fundação da cidade foi justamente um 25 de dezembro. Natal é mundialmente conhecida pelo Parque das Dunas, que foi declarado Patrimônio Ambiental da Humanidade pela Unesco. Em  2013, o site de viagens TripAdvisor elegeu o parque como o 5.º melhor da América do Sul. O IDHM de 0,763 é igual ao de João Pessoa, na Paraíba, mas Natal leva uma pequena desvantagem no item renda.

8. Salvador, BA
Centro histórico de Salvador. Crédito:  Wikimedia Commons
Centro histórico de Salvador. Crédito: Wikimedia Commons
Centro da cultura afro-brasileira, Salvador é uma das cidades mais influentes do país. De lá vieram ritmos musicais, gastronomia e festas que se espalharam por todo o país. Trata-se do município mais populoso do Nordeste, com 2,9 milhões de habitantes e pussui a segunda área metropolitana da região, atrás apenas de Recife. A importância histórica de Salvador é enorme. Foi a primeira sede da administração colonial portuguesa no Brasil e é umas das cidades mais antigas de todas as Américas. O IDHM é de 0,759.

9. Lauro de Freitas, BA
Crédito: Wikimedia Commons
Crédito: Wikimedia Commons
Pertencente à região metropolitana de Salvador, o município tem IDHM de 0,754 e foi emancipado da capital baiana em 1962. A região já foi conhecida como freguesia de Santo Amaro do Ipitanga, onde se estabeleceu uma missão jesuítica. Seu nome atual faz referência a um influente político local dos anos 50, falecido num acidente aéreo.

10. Fortaleza, CE
Crédito: Wikimedia
Crédito: Wikimedia
O nome da capital cearense faz referência ao Forte Schoonenborch, edificação militar construída pelos holandeses que ocuparam a região entre 1637 e 1654. A cidade é sede do Banco do Nordeste, o maior banco de desenvolvimento regional da América Latina. A força econômica de Fortaleza está principalmente no turismo, com foco não somente nas belas praias, mas também no turismo de negócios. O IDHM da cidade é de 0,754, o mesmo de Lauro de Freitas, na Bahia, mas a cidade cearense é superada nos itens renda e longevidade, embora apresente índices mais altos no item educação.
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terça-feira, 7 de julho de 2015

Roberto Lopes, bacabalense bicampeão mundial de vôlei de prai

 Roberto Lopes, bacabalense bicampeão mundial de vôlei de praia, explica a "fórmula para ser um grande campeão"


A garotada de Poranga-CE recebeu com festa o ex-atleta Roberto Lopes, bicampeão mundial de vôlei de praia. No centro cultural da cidade, ele contou às crianças um pouco de sua trajetória e do que é necessário para se tornar um vencedor no esporte.

Participante de edições anteriores do Esporte na Minha Cidade, o eleito melhor do mundo por três vezes comentou que em cada cidade a recepção é diferente, mas a troca de experiência com os moradores, especialmente com as crianças, é sempre positiva.

Roberto fez questão de afirmar várias vezes que “qualquer um presente pode ser um campeão”, mas que era necessário aprender a traçar objetivos em busca de sonhos.

Numa apresentação da “fórmula para ser um grande campeão”, apontou nove pontos-chave a serem seguidos: sonho, paixão, compromisso, perseverança, determinação, obstinação, sacrifício, renúncia e disciplina.

Com fotos da época de criança, em Bacabal, sua terra natal, mostrou aos pequenos que não era diferente deles e que, por isso, todos podiam também chegar lá.

O parceiro de Franco, na dupla formada em 1978, ainda enfatizou que a paciência é aliada a quem busca perfeição. “Esperamos oito anos pra ganhar dos americanos, mas quando ganhamos foi indescritível”, lembrou.

Ao final da palestra, Roberto Lopes distribuiu autógrafo e ajudou a entregar cinco kits esportivos e mais 400 livros com temática esportiva ao prefeito da cidade, Carlisson Assunção, 38. “Além do benefício material, um evento como esse é importante para a autoestima de nossas crianças, que muitas vezes pensam que não vão realizar seus sonhos porque são oriundas de um município carente”, avaliou o prefeito.
Duas bolas de vôlei, autografadas por Roberto Lopes foram sorteadas entre as crianças e ganharam o garoto Marlon, 13, e a pequena Rebeca, 3. O menino, que joga futsal, imediatamente convidou os amigos para estrear o prêmio e cogitou, inclusive, trocar de esporte.

A garotinha recebeu a bola com um sorriso no rosto, em meio a euforia das crianças ao redor. O mais emocionado, porém, foi o pai de Rebeca, vereador conhecido como Tica do Zezê, 50. “Vi o Roberto jogar e hoje ele está aqui. Mais tarde, vou poder contar pra minha filha quem foi o cara que assinou essa bola e sobre esse dia”.

Roberto Lopes da Costa nasceu em Bacabal no dia 06 de outubro de 1966, é ex-jogador de vôlei de praia, entre suas conquistas importantes está a medalha de bronze obtida no Pan de Winnipeg 1999, além disso, disputou uma edição dos Jogos Olímpicos de Verão , entrou para história ao conquistar o título do Circuito Mundial de 1993, interrompendo a hegemonia norte-americana que durava há quatro temporadas e foi bicampeão do Circuito Mundial em 1995.Em 1998 pela AVP foi eleito o Melhor Jogador Defensivo do ano.

Saiu de Bacabal para morar em Fortaleza com sua família quando tinha apenas 12 anos de idade. (Com informações do Jornal O Povo e Wikipédia).

segunda-feira, 6 de julho de 2015

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Bumba meu Boi do Maranhão, Patrimônio Cultural do Brasil

Levanta, meu boi

30.06.2015 - 18:37  
 
 
 
 
Boi-bumbá, bumba meu boi, boi de mamão, bumba de reis, boizinho -  e a lista continua. São mais de 10 nomes que indicam o mesmo personagem do espetáculo que reúne dança, música e teatro em festas de Norte a Sul do País.
 
Neste dia 30 de junho, quando se comemora o dia de São Marçal, tido como padroeiro dos bombeiros, as festas juninas e as ruas das cidades são tomadas, em especial no Nordeste do Brasil, pelas apresentações do boi, composta por elementos das culturas africana, europeia e indígena.
 
Mesmo com suas variações regionais, a encenação do boi conta a história da escrava Catarina (ou Catirina), que está grávida e com desejo de comer língua de boi. Ela pede ao marido Pai Francisco para matar o boi mais bonito da fazenda. Chico mata o boi, mas tem de ressuscitá-lo para evitar a punição do fazendeiro, dono do boi. O processo de trazer o boi à vida conta com a ajuda de personagens que variam de médico, passando por padre e pajé, ou todos eles juntos. 
 
A importância da manifestação cultura levou o governo federal a instituir, por meio de lei (12.103 de 2009), o Dia Nacional do Bumba Meu Boi, comemorado em 30 de junho.  Cerca de dois anos depois, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), entidade vinculada ao Ministério da Cultura, deu o título de "Patrimônio Cultural do Brasil" à atividades promovidas pelo o Complexo Cultural do Bumba meu boi do Maranhão. 
 
De acordo com Iphan, a manifestação popular maranhense congrega diversos bens culturais associados, divididos entre plano expressivo, composto pelas performances dramáticas, musicais e coreográficas, e o plano material, composto pelos artesanatos, como os bordados do boi, confecção de instrumentos musicais artesanais, entre outros. 
 
Com o recebimento do título, que tem validade de 10 anos, o Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan sugeriu algumas medidas de salvaguarda como o incentivo à documentação, conhecimento e divulgação; fortalecimento e apoio à sustentabilidade dos grupos; e valorização das expressões tradicionais do Bumba meu boi. 
 
A brincadeira está disseminada pelo País e o número de participantes de cada grupo é variável. Apenas no Maranhão, segundo dados do Iphan, levantados em 2010/2011, existem cerca de 450 grupos de bumba meu boi em 70 dos 217 municípios maranhenses.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
 

sábado, 27 de junho de 2015

Chegou a tão esperada franquia de fast food em São Luís, no Shopping da Ilha

Burger King - São Luís

Atualizado em 26/06/2015 
 
 
festas

Burger King - São Luís
Rede de Lanchonetes Fas Food Onde: Shopping da Ilha

Inauguração: 
(2015 - aguarde)


Uma das maiores redes de Fast Food do mundo com mais de 13.000 restaurantes em 79 países. Assim como McDonald’s, KFC (ainda não tem em São Luís), Subway, Pizza Hut e Starbucks (ainda não tem em São Luís).


Telefone:
(98) 3311-8323

TRABALHE CONOSCO
Emprego - Enviar Currículo:

Administração: (98) 2108 4524


Seja honesto, deixe o link dos créditos ;)
Fonte: http://kamaleao.com/saoluis/1006/burger-king-sao-luis#ixzz3eJtqxhC7

segunda-feira, 22 de junho de 2015

VOCÊ SABE O SIGNIFICADO DA MÚSICA “CHÃO DE GIZ” DE ZÉ RAMALHO?

Você já parou alguma vez na vida para tentar entender esta música tão complexa? Zé Ramalho consegue ser um dos poucos cantores que compõe músicas com alto repertório (de difícil entendimento) e mesmo assim agrada o gosto popular. Consegue transmitir sentimentos.
Hoje no carro ouvindo Chão de Giz, decidi prestar atenção na letra e bateu a curiosidade de conhecer a verdadeira história da música. De entendê-la! Descobri e achei bacana compartilhar com vocês.
Vale a pena a leitura!
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Explicação dada, em tese, pelo próprio compositor, O GRANDE POETA ZÉ RAMALHO, sobre Chão de Giz:
Ainda jovem, o compositor teve um caso duradouro com uma mulher bem mais velha que ele, casada com uma pessoa bem influente da sociedade de João Pessoa, na Paraíba, onde ele morava. Ambos se conheceram no carnaval. Zé Ramalho ficou perdidamente apaixonado por esta mulher, que jamais abandonaria um casamento para ficar com um “garoto pé -rapado”. Ela apenas “usava-o”. Assim, o caso que tomava proporções enormes foi terminado. Zé Ramalho ficou arrasado por meses, mudou de casa, pois morava perto da mulher e, nesse meio tempo, compôs Chão de giz.
Sabendo deste pequeno resumo da história, fica mais fácil interpretar cada verso da canção. Vamos lá!
“Eu desço desta solidão e espalho coisas sobre um chão de giz”
Um dos seus hábitos, no sofrimento, era espalhar pelo chão todas as coisas que lembravam o caso dos dois. O chão de giz indica como o relacionamento era fugaz.
“Há meros devaneios tolos, a me torturar”
Devaneios e lembranças da mulher que não o amou. O tinha como amante, apenas para realizar suas fantasias. Quando e como queria.
Fotografias recortadas de jornais de folhas amiúdes”
Outro hábito de Zé Ramalho era recortar e admirar TODAS as fotos dela que saiam nos jornais – lembrem-se, ela era da alta sociedade, sempre estava nas colunas sociais.
“Eu vou te jogar num pano de guardar confetes”
Pano de guardar confetes são balaios ou sacos típicos das costureiras do Nordeste, nos quais elas jogam restos de pano, papel, etc. Aqui, Zé diz que vai jogar as fotos dela nesse tipo de saco e, assim, esquecê-la de vez.
“Disparo balas de canhão, é inútil, pois existe um grão-vizir”
Ele tenta ficar com ela de todas as formas, mas é inútil, pois ela é casada com um homem muito rico.
“Há tantas violetas velhas sem um colibri”
Aqui ele utiliza de uma metáfora. Há tantas violetas velhas (Como ela, bela, mas velha) sem um colibri (um jovem que a admire), dessa forma ele tenta novamente convencê-la apelando para a sorte – mesmo sendo velha (violeta velha), ela pode, se quiser, ter um colibri (jovem).
“Queria usar, quem sabe, uma camisa de força ou de vênus”
Este verso mostra a dualidade do sentimento de Zé Ramalho. Ao mesmo tempo que quer usar uma camisa de força para se afastar dela, ele também quer usar uma camisa de vênus para transar com ela.
“Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro”
Novamente ele invoca a fugacidade do amor dela por ele, que o queria apenas para “gozar o tempo de um cigarro”. Percebe-se o tempo todo que ele sente por ela um profundo amor e tesão, enquanto é correspondido apenas com o tesão, com o gozo que dura o tempo de se fumar um cigarro.
“Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom”
Para quê beijá-la, se ela quer apenas o sexo?
“Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez…”
Novamente ele resolve ir embora, após constatar que é impossível tentar algo sério com ela. Entretanto, apaixonado como está, vai novamente à lona – expressão que significa ir a nocaute no boxe, mas também significa a lona do caminhão, com o qual ele foi embora – ele teve que sair de casa para se livrar desse amor doentio.
“Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar”
Amor inesquecível, que acorrenta. Ela pisava nele e ele cada vez mais apaixonado. Tinha esperanças de um dia ser correspondido.
“Meus vinte anos de ‘boy’ – that’s over, baby! Freud explica”
Ele era bem mais novo que ela. Ele era um boy, ela era uma dama da sociedade. Freud explica um amor desse (Complexo de Édipo, talvez?).
“Não vou me sujar fumando apenas um cigarro”
Depois de muito sofrimento e consciente que ela nunca largaria o marido/status para ficar com ele, ele decide esquecê-la. Essa parte ele diz que não vai se sujar transando mais uma vez com ela, pois agora tem consciência de que nunca passará disso.
“Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval”
Eles se conheceram em um carnaval. Voltando a falar das fotos dela, que iria jogar em um pano de guardar confetes, ele consolida o fim, dizendo que já passou seu carnaval (fantasia), passou o momento.
“E isso explica porque o sexo é assunto popular”
Aqui ele faz um arremate do que parece ter sido apenas o que restou do amor dele por ela (ou dela por ele): sexo. Por isso o sexo é tão popular, pois apenas ele é valorizado. Ela só queria sexo e nada mais.
“No mais, estou indo embora”
Assim encerra-se a canção. É a despedida de Zé Ramalho, mostrando que a fuga é o melhor caminho e uma decisão madura. Ele muda de cidade e nunca mais a vê. Sofreu por meses, enquanto compôs a música.
Toda essa explicação foi dada pelo próprio Zé Ramalho.