quinta-feira, 23 de outubro de 2014

São Luís e Imperatriz já contam com os serviços da SETE Linhas Aéreas

 
 
 
 




terça-feira, 21 de outubro de 2014

Roseana Sarney vistoria obras da Via Expressa e promete inauguração para mês de novembro

A governadora Roseana Sarney vistoriou, na tarde desta terça-feira (21), em São Luís, o andamento das obras da Avenida IV Centenário e da Via Expressa. Acompanhada do secretário de Estado de Infraestrutura, José Raimundo Frazão; da secretária-chefe da Casa Civil, Anna Graziella Costa; do chefe do Gabinete Militar, coronel José Ribamar Vieira; do senador João Alberto, e dos deputados eleitos Hildo Rocha e Adriano Sarney, a governadora conferiu o andamento das obras que serão entregues à população no mês de novembro. Durante a vistoria, a governadora destacou a importância das obras para a população e anunciou as datas de inauguração das obras. “Nós estamos no processo final das obras. A inauguração da Via Expressa será no dia 28 de novembro e a Avenida IV Centenário, no dia 29 de novembro. Vamos entregar as duas grandes avenidas de presente para o povo do Maranhão. Essas obras vão desafogar o trânsito e melhorar a qualidade de vida das pessoas que moram na região, facilitando seu deslocamento”, disse.
O secretário de Infraestrutura, José Raimundo Frazão, também ressaltou a importância da Via Expressa para os ludovicenses. “É uma obra importantíssima realizada pela governadora Roseana, que vai ligar as vias mais importantes da cidade e vai proporcionar melhor qualidade de vida e mobilidade para as pessoas, desafogando o trânsito e interligando os bairros do Jaracati, Cohafuma, Vinhais e Maranhão Novo”, explicou. Na ocasião, a governadora conferiu as obras de construção de um túnel ligando a Vila Cristalina ao Ipase, que vai facilitar a passagem dos pedestres, uma solicitação dos moradores da comunidade.
A 2ª etapa da Via Expressa contempla 6,7 km do total de 9 km da avenida. A primeira etapa, ligando o Jaracati ao Cohafuma foi entregue em setembro de 2012. A 2ª fase da obra contemplou a construção de quatro pontes e dois viadutos, todos já concluídos. Ao todo, os investimentos nos 9 km da obra são da ordem de R$ 125 milhões. 
A obra da Avenida IV Centenário tem 3,8 quilômetros de extensão e duas pistas, divididas em duas faixas de rolamento, travessia de pedestres e ciclovia. A IV Centenário tem aterro hidráulico, um elevado de 1.090 metros de extensão e cinco encaixes: um na Avenida dos Franceses, outro na Camboa, dois na Liberdade e um na Fé em Deus. O novo corredor desafogará o trânsito das avenidas Luis Rocha e Getúlio Vargas, criando uma alternativa de acesso à Beira Mar e a ponte Bandeira Tribuzzi.

Ibis Bacabal é o primeiro hotel de bandeira internacional na cidade

Empreendimento da empresa Almeida Maranhão eleva o nome de Bacabal internacionalmente

Foto: Baiano Cuxá
A inauguração de um hotel da bandeira Ibis na cidade de Bacabal, em parceria com a empresa Almeida Maranhão, está sendo destaque no site do Accorum grupo de serviços da França presente nos ramos de hotelaria, agências de viagens e restauração e gestão de cassinos. Em 2014, Accor contava com 3.762 hotéis cadastrados.

A nova construção, localizada no centro comercial da cidade, conta com 84 apartamentos.

Segundo o diretor de Operações da Família Ibis na América do Sul, Franck Pruvost, “desde 2012, Bacabal tem despontado no Maranhão como o centro de compras da região do Médio Mearim, o que aumentou seu poder econômico e gerou a demanda de hotéis de qualidade. O novo Ibis vai oferecer às pessoas que viajam a compras ou lazer a Bacabal uma estada de nível internacional a preços acessíveis”.

Os apartamentos do novo empreendimento são equipados com ar-condicionado, wi-fi gratuito (também nas áreas comuns), televisores de tela plana com canais a cabo, frigobar, cofre e telefone.

Os serviços operam em escala 24/7 como a recepção e o bar. O Ibis Bacabal já abre com o novo conceito de restaurante da marca, o Ibis Kitchen. Hóspedes também podem usufruir da exclusiva cama Sweet Bed by Ibis, projetada pela equipe de inovação da Accor. Além disso, o Ibis Bacabal conta com o serviço Contato 15 Minutos, em que podem reportar qualquer problema e obter a solução em 15 minutos, independente do horário da ocorrência.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Exclusivo! Paulo Guimarães dono da Meio Norte é o mais novo proprietário do Sistema Mirante

sistemamiranteFinalmente está revelado a quem pertencerá o Sistema Mirante de Comunicação. Paulo Delfino Fonseca Guimarães, o conhecido PG do Sistema Meio Norte de Comunicação do Estado do Piauí.

blog do Minard
 
Durante toda semana que passou, várias demissões estariam ocorrendo nas empresas e diversas especulações surgiram a respeito da possível venda do Sistema Mirante. Foram incontáveis versões que a imprensa no geral começou a publicar em relação ao assunto e também sobre o comprador do Sistema de Comunicação mais poderoso do Maranhão.
Falava-se em cifras de R$ 200 milhões e até de propostas já formalizadas pelos Albuquerques, proprietários do Sistema Guará de Comunicações.
Mas, finalmente o titular deste Blog, em primeira mão, foi informado por uma fonte que a negociação da venda e do repasse dos direitos de veiculação do Sistema Globo já teria se encerrado após finalizações dos advogados das duas partes. Os valores não foram revelados só se sabe que a transição já está em curso.
Paulo Guimarães já mantem há anos outras sociedades com Fernando Sarney, inclusive no ramo das comunicações, que facilitaram o desfecho do negócio.
E para comemorar a milionária venda, os dois empresários reuniram-se na noite deste sábado (18) em um luxuoso restaurante de São Luís.
No jantar, estiveram presentes a proprietária oficial do Sistema Mirante, Teresa Sarney, e do famoso colunista da família, Pergentino Holanda, que ao receber o empresário Paulo Guimarães soltou um alto e empolgante cumprimento “muito boa noite meu mais novo chefe!”
SIMPLES ASSIM!
foto (14)
De frente Paulo Guimarães e Fernando Sarney,entre eles o colunista PH
 

Maranhão avança no Nível de Emprego Formal Celetista segundo a CAGED

Fonte Aqui

Revitalização da Rua Grande sairá do papel

 
O empresário José de Ribamar Belo recebeu com entusiasmo a notícia de que finalmente o projeto de revitalização da Rua Grande, principal centro comercial de São Luís, sairá do papel. É que a Superintendência Regional do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) anunciou para o fim deste mês a divulgação do edital para escolha da empresa que realizará a obra. Quando presidente da Associação Comercial do Maranhão (ACM) e do Conselho Deliberativo do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), Zeca Belo trabalhou para que o projeto de revitalização da Rua Grande acontecesse. Mas só agora, 10 anos depois, parece que vai acontecer. “A Rua Grande, do jeito que está, toda deteriorada, não tem condições nenhuma para o lojista e, principalmente, para o consumidor. Fico feliz por receber essa notícia. Antes tarde do que nunca”, disse Zeca Belo, que preside o Sindicato das Indústrias da Construção Pesada do Maranhão (Sincopem). De acordo com informações do Iphan, os serviços serão iniciados em junho de 2015 e devem se estender por 18 meses. Pelo projeto inicial, há cerca de 10 anos, a obra era estimada em R$ 12 milhões, depois passou para R$ 19 milhões e agora para R$ 35 milhões. Os serviços contemplarão mudança do atual cabeamento elétrico aéreo na via em espaços subterrâneos, retirada de postes, troca dos paralelepípedos por piso de granito e instalação de nova rede de esgoto. As obras de revitalização da Rua Grande fazem parte do programa PAC Cidades Históricas, do Governo Federal, e prevê ainda a recuperação de um trecho da Rua do Passeio e ruas adjacentes ao centro comercial.

Bacia de Barreirinhas ganhará usina termelétrica a gás natural

Empresas Oeste de Canoas e Espigão investirão aproximadamente R$ 50 milhões em termelétrica na bacia.

Ribamar Cunha
Subeditor de Economia
 
Foto: Arquivo
Sonda em operação em poço
O Maranhão deve ganhar uma usina termelétrica a gás natural, investimento que pode chegar a
R$ 50 milhões, dependendo da capacidade de geração de energia que terá o empreendimento. O projeto é do consórcio Engepet/Perícia/Panergy, sócias das empresas Oeste de Canoas e Espigão que exploram dois campos de gás de mesmo nome - Oeste de Canoas e Espigão - na Bacia de Barreirinhas (terrestre).
Até então, o projeto do consórcio era produzir gás natural para atender apenas ao mercado automotivo e ao setor industrial de São Luís. Mas, diante do atual cenário da geração de energia elétrica no Brasil, as empresas decidiram utilizar o insumo também para a produção de energia.
“Em função da necessidade do país de ampliar a oferta de energia elétrica, vislumbramos oportunidades no mercado de geração de energia e optamos por investir em um projeto termelétrico”, justificou o diretor comercial da Engepet, Cleber Bahia.
Segundo adiantou Cleber
Bahia, o projeto é construir duas pequenas termelétricas – uma em Oeste de Canoas e outra em Espigão, cuja capacidade de cada uma delas pode variar de 5MW a 10MW. “Estamos aguardando a resposta a uma consulta que fizemos à Cemar sobre a potência que pode ser injetada nas linhas de transmissão da região para definirmos se as usinas serão de 5MW ou 10MW”, informou.
Ele disse que, se as duas usinas tiverem capacidade, cada, de geração de 5 MW de energia, o investimento será R$ 25 milhões. Mas, se for possível que essa capacidade seja de 10 MW, o valor a ser investido dobrará, chegando a R$ 50 milhões.

Parceria - Esse investimento pode ser rateado, pois o consórcio não descarta a possibilidade de firmar parceria com uma empresa produtora dos equipamentos para a instalação das duas usinas termelétricas, enquanto a Engepet/Perícia/Panergy entraria com o gás natural produzido nos dois campos.
O consórcio já contratou uma consultoria para a elaboração do projeto da termelétrica e já está providenciando a entrada no licenciamento ambiental do empreendimento na Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema).

Reserva de gás estimada é de 350 milhões de m³


De acordo com informações do consórcio, os campos de Oeste de Canoas e de Espigão, juntos, têm reserva estimada em 350 milhões de m³ de gás, volume suficiente para viabilizar o desenvolvimento de um projeto de geração de energia de matriz termelétrica.
Dos dois campos, o mais adiantado é o de Oeste de Canoas, que já está pronto para entrar em operação e levar gás à superfície. A vazão estimada no poço é de 100 mil m3 por dia. Já o campo de Espigão está com uma sonda no local e em ritmo acelerado de intervenção no poço.
As áreas foram arrematadas na 2ª Rodada de Licitações de Áreas Inativas, realizada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizada 29 de junho de 2006. O Consórcio Engepet/Perícia desembolsou R$ 3,2 milhões pelo campo de Oeste de Canoas e a Panergy pagou R$ 1,1 milhão pelo campo de Espigão.
Por conta de questões ambientais, o processo de desenvolvimento das áreas arrematadas em Barreirinhas se arrastou e somente no dia 3 de novembro de 2010, quatro anos após o leilão, é que as empresas vencedoras puderam assinar o contrato de concessão com a ANP.
Após a assinatura do contrato, foi iniciado o processo de licenciamento ambiental do projeto junto a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), o qual foi concluído em novembro de 2011. Mas os problemas não pararam por aí. Durante a intervenção da sonda em Oeste de Canoas, o consórcio Engepet/Perícia levou cerca de nove meses para corrigir um problema técnico no revestimento de produção do poço.
Agora, o Consórcio Engepet/Perícia/Panergy resolveu remodelar o projeto original de produzir gás natural veicular (GNV) e pretende investir na instalação de empreendimento termelétrico para geração de energia.

Mais


Desde o arremate de área no leilão da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2006, até a intervenção nos poços, já foram investidos cerca de R$ 20 milhões, incluindo o pagamento do bônus de assinatura no arremate dos dois campos.

Maranhão tem mais de 80 mil MEIs e taxa de mortalidade cai no estado

Dados da Receita Federal e do Portal do Empreendedor mostram que no Maranhão há 99 mil micro e pequenas empresas e que, deste universo.

Mario Carvalho
Da equipe de O Estado
 
Foto: Flora Dolores
Reijane Almeida confirma aumento
O microempreendedorismo vem conquistado um espaço cada vez maior no mercado formal do Maranhão. Tanto que os pequenos negócios já respondem pelo maior número de atividades empreendedoras do estado. Basta observar os dados da Receita Federal e do Portal do Empreendedor, que mostram que no Maranhão há hoje 99 mil micro e pequenas empresas. Deste universo, 4 mil correspondem a empresas de pequeno porte e mais de 80 mil são microempreendedores individuais (MEIs). Outra boa notícia é que houve uma redução no percentual de mortalidade desses pequenos negócios.
Num raio-x mais detalhado, a maioria dos pequenos negócios no Maranhão está voltada para o setor de Comércio e Serviços, respondendo por mais da metade da economia do estado, que é de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Levantamentos do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresa (Sebrae) revelam que no setor industrial ainda é tímido o número de empreendimentos, chegando à casa de 8 mil, sob a liderança da Indústria da Construção Civil. Esse conjunto de atividades empresariais gera, aproximadamente, 130 mil empregos com carteira assinada.
De acordo com a gerente substituta da Unidade de Atendimento do Sebrae-MA, Reijane Almeida, em 2014, houve um aumento significativo do número de pequenos negócios que estavam na informalidade e que passaram para o mercado formal, elevando o crescimento de microempreendedores individuais no estado. Ela destacou que pequenas empresas voltadas para os setores de serviços de beleza e de confecções têm se sobressaído bastante.
“Além disso, tivemos uma redução no percentual de mortalidade dessas empresas, pois na década de 1990, cerca de 70% desses negócios fechavam nos dois primeiros anos, considerados mais difíceis. Atualmente, esse percentual de fechamento não chega a 50%. A tendência é reduzir ainda mais esse índice, já que o Sebrae tem investido em oficinas de planejamento e gerenciamento e melhorado o controle desses negócios”, informa a gerente Reijane Almeida.
Ela destaca que o Sebrae tem colocado à disposição dos microempreendedores individuais uma série de conteúdos para qualificar o setor e melhorar a qualidade dos produtos que entram no mercado formal. Conforme a gerente substituta, o órgão tem como peça fundamental a criação do Projeto SEI, que corresponde a um conjunto de oficinas, como é o caso do SEI Comprar, que envolve o processo de compras para assegurar os melhores resultados no negócio através de um planejamento estratégico.

Projetos SEI - Existem também outros projetos como SEI Vender, que possibilita conhecer os componentes de marketing (produto, ponto, preço, promoção e cliente); SEI Controlar meu Dinheiro, para utilização do controle de caixa no dia a dia empresarial; SEI Empreendedor, que busca incentivar a prática de atitudes empreendedoras por meio da descoberta e aplicação do potencial do empreendedor para o fortalecimento do negócio; e o SEI Planejar, que trata da conscientização de que o planejamento de ações, de forma ordenada e articulada contribui para o aumento das vendas dos produtos e serviços com qualidade e preços atrativos.
A onda crescente do microempreendedorismo no Maranhão também tem sofrido as mudanças no ambiente legal, com o surgimento da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e do Supersimples. A aplicabilidade da legislação reduz em média 40% da carga tributária dos pequenos negócios e fomenta a criação do microempreendedor individual, que permite a formalização de negócios que faturam até R$ 60 mil por ano, além de contribuir para a elevação do setor no Brasil.
Atualmente, no país já há 4 milhões de microempreendedores individuais. Desse total, segundo dados da Serasa Experian, o Maranhão responde por mais de 80 mil microempreendedores individuais (levantamento de outubro/2014), sendo São Luís e Imperatriz as cidades de maior número de pessoa jurídica.

De uma brincadeira para negócio personalizado


O microempreendedor Airton Paiva é o que se pode chamar de um homem de visão e de negócio. Há um pouco mais de 1 ano e meio, ele deixou a sala de aula, onde exercia a profissão de professor, para entrar de cabeça no ramo das tortas e bolos personalizados.
Segundo ele, tudo começou com uma brincadeira entre amigos, em sua residência. “Sempre que os amigos chegavam em minha casa, eu os recebia com um pudim de leite e todo mundo gostava. Depois de um certo tempo, resolvi oferecer um bolo, cuja receita fiz algumas adaptações. Logo depois, comecei a vender o produto informalmente para os próprios amigos até que chegaram as encomendas. Nessa época, eu ainda continuava dando aulas, pois tenho formação pedagógica”, disse.
Airton lembra que foi ganhando fama e num determinado momento foi lançada uma aposta nas redes sociais entre amigos. “Apostaram que eu não conseguiria fazer e vender 15 tortas em um único mês. Não só consegui, como fiz e vendi 25 tortas em apenas 15 dias. Com a aposta cumprida, ganhei uma batedeira como prêmio”, ressaltou.
A partir daí, Airton procurou ampliar os negócios, tendo lançado a logomarca “Bem Tortas”. “Fui então ao Sebrae, onde me deram todas as informações necessárias para abrir uma pequena empresa. Pelo próprio site do Sebrae, consegui tirar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica ( CNPJ) da empresa e passei a receber encomendas de muitas empresas. Hoje, consigo fornecer notas fiscais e o negócio cresceu tanto, que fui obrigado a largar a sala de aula. Sem dúvida uma situação mais rentável”, acrescentou.
Ele destacou que a pequena empresa ainda funciona em casa, mas num ritmo alucinante. “Por conta disso, estou procurando alugar um prédio comercial para instalar o negócio. Estou à procura nesse momento de um ponto comercial, pois compro tudo agora em grandes quantidades e recebo de fornecedores”, frisou.

Obras da Avenida IV Centenário se mantêm em ritmo acelerado

Nova via contribuirá para melhoria da mobilidade urbana na capital maranhense, ligando a Camboa à Avenida dos Franceses.

 
Foto: Flora Dolores
Operários trabalharam ontem para garantir conclusã
As obras da Avenida IV Centenário, em São Luís, seguem em ritmo acelerado, com mais de 95% dos serviços concluídos. Com o término da obra, a avenida contribuirá para melhoria da mobilidade urbana na capital maranhense. A obra está sendo executada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid). A previsão é de que seja entregue à população no fim de novembro e, para que dê tempo, operários têm trabalhado de domingo a domingo na conclusão dos serviços.
A construção da Avenida IV Centenário faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Rio Anil e está orçada em R$ 31 milhões. A nova via da capital maranhense começa na Avenida Camboa, estendendo-se até a dos Franceses. A obra tem aterro hidráulico, um elevado de 1.090 metros de extensão e cinco encaixes: um na Avenida dos Franceses, outro na Camboa, dois na Liberdade e um na Fé em Deus.
Mais de 100 operários estão trabalhando diuturnamente na execução da obra. Atualmente, estão sendo realizados os serviços de concretagem do elevado que forma a avenida. Essa atividade faz parte da chamada obra de arte especial. Após o término dessa atividade, será possibilitada a livre passagem ao longo da via, o que facilitará o trânsito de caminhões, carretas, tratores e outros veículos pesados que estão trabalhando no local.
Em seguida, serão realizadas as obras de arte comuns ou correntes, que devem ser iniciadas nas próximas semanas. Essa parte inclui a realização da drenagem superficial, pavimentação, iluminação e colocação dos guarda rodas (muretas de proteção) ao longo da avenida e também em parte do viaduto que se liga com a dos Franceses.

Benefícios - O novo corredor rodoviário desafogará o trânsito das avenidas Luiz Rocha e Getúlio Vargas, criando mais uma alternativa de acesso à Beira-Mar e à Ponte Bandeira Tribuzi. A Avenida IV Centenário tem 3,8 quilômetros de extensão e duas pistas divididas em duas faixas de rolamento, travessia de pedestres nos dois lados da avenida e ciclovia. Além dos encaixes, há um trecho em aterro hidráulico e outro de 1.090,00 metros em elevado e pontes.
Além da avenida, o PAC-Rio Anil abrange obras de saneamento básico, urbanização, habitação de interesse social, regularização fundiária e acompanhamento social das famílias beneficiadas. O projeto prevê a construção de 2.720 unidades habitacionais e melhoria de 7.500 residências nos bairros Camboa, Liberdade, Fé em Deus, Monte Castelo, Alemanha, Ivar Saldanha e Vila Palmeira. Já foram entregues 520 unidades, beneficiando famílias que foram removidas das palafitas.

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O projeto também envolve o trabalho de regularização fundiária nos bairros Camboa, Liberdade, Fé em Deus e Vila Cristalina. Cerca de 10 mil famílias serão beneficiadas, uma média de 60 mil pessoas. O projeto prevê ainda a construção de equipamentos urbanos como praças, quadras esportivas, creches e postos policiais e de saúde.

Espigão Costeiro da Ponta d´Areia já é ponto turístico de São Luís

Mesmo antes de ser inaugurado, espaço serve ao lazer da população.

 
Foto: Flora Dolores
Muitas pessoas vão ao espigão
Com aproximadamente 85% das obras concluídas, o Espigão Costeiro da Ponta d'Areia transformou-se novo cartão-postal de São Luís. O local tem sido muito procurado como opção de lazer para a população da capital maranhense e também turistas que visitam a cidade. Ao fim das tardes, a área recebe pessoas de diversos bairros, que para lá se deslocam no intuito de praticar esportes e contemplar o pôr do sol.
Sábado, dia 18, o que chamou a atenção no espigão foi a quantidade de pessoas praticando esporte, principalmente dentro d'água, como o Stand Up (prática de surf com o surfista de pé sobre a prancha segurando um remo). Com o erguimento da pilha de pedras formando uma espécie de quebra-mar, a água formou uma piscina natural em ambos os lados da estrutura, que lembra uma extensa ponte avançando em direção ao mar. Conforme o comportamento da maré, praticar esportes aquáticos é possível naquele trecho litorâneo.
O Espigão Costeiro da Ponta d'Areia tornou-se ideal para o lazer das famílias, independentemente do dia da semana. Diariamente, visitantes passam pelo local, mas é no fim das tardes que o número de pessoas aumenta, entre crianças, jovens, adultos e pessoas mais velhas.
Entre os pontos que chamam a atenção está a paisagem, que encanta admiradores da natureza. "Há dois anos vim aqui e não estava assim, tão bonito e organizado. Lembro que era apenas uma extensão de pedras. Fiquei realmente impressionada com o resultado da urbanização. Valorizou bastante a nossa cidade, que carece de espaços de lazer", declarou a enfermeira Gláucia Domingues.

Saiba mais


O serviço de urbanização do espigão inclui a construção da proteção das laterais e mirante, além de calçadão, passeio e ciclovia, de bancos, entre outros espaços paisagísticos. A obra ainda vai abrigar um Centro Administrativo, o Memorial Bandeira Tribuzi e uma área para lanchonetes, além de quiosques para água de coco, e duas praças.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Mais de 3.500 empregos formais foram criados em setembro no MA

Estado foi o 12º no ranking nacional de geração de empregos, com destaque para os setores da construção civil, serviço e comércio.

 
Foto: Biaman Prado
Comércio foi um dos destaques
 
O Maranhão mantém a curva ascendente de geração de emprego com carteira assinada. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em setembro foram criados 3.552 empregos celetistas no estado, o que equivale a uma expansão de 0,74% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.
Com esse desempenho, o Maranhão foi o 12º no país a criar mais emprego com carteira assinada, superando estados como a Bahia, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraíba, além do Distrito Federal e outras unidades da federação.
As estatísticas do Caged, vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que as atividades de construção civil, de serviço e de comércio foram os maiores empregadores em setembro no Maranhão, respondendo, juntos, por 3.401 novas vagas formais.
Somente o setor da construção civil, cujo mercado voltou a aquecer com novos empreendimentos, gerou 1.533 postos de trabalho mês passado. Serviços foi outro segmento com melhor desempenho, com a criação de 1.018 vagas, seguido do comércio com 850 postos.
Também geraram postos de trabalho, embora em volume menor, o setor agropecuário, com a criação de 113 vagas, e as atividades de serviços industriais de utilidade pública (48 postos) e de administração pública (18 vagas). Já os segmentos extrativo mineral e de indústria de transformação tiveram saldo negativo em setembro, com o fechamento de seis e 22 postos, respectivamente.
De acordo com o Caged, no acumulado do ano (janeiro a setembro), o saldo corresponde a 10.385 postos de trabalho, acréscimo de 2,16%. Nos últimos 12 meses, verificou-se incremento de 2,21% no nível de emprego ou +10.584 postos de trabalho.
A tendência de retomada do emprego no Maranhão ocorreu em todo o país, exceto quatro estados, onde houve redução: Rondônia (-917 postos), Minas Gerais (-840 postos), Piauí (-401 postos) e Acre (-90 postos).

Brasil – Em todo o país, foram gerados em setembro 123.785 empregos celetistas, um crescimento de 0,30% em relação ao estoque do mês anterior. O mês teve o segundo melhor desempenho de admissões da série histórica do Caged, com destaque para a reação do setor industrial que gerou no mês 24.837, ante os saldos negativos que vinha apresentando nos meses anteriores.
Para o ministro Manoel Dias, o resultado de setembro demonstra um reaquecimento da economia, principalmente pelo desempenho do setor industrial. Segundo o ministro, a produção para abastecimento do mercado para o fim do ano vai impulsionar a geração de vagas nos próximos meses.
“Diante de um mundo que desemprega, estamos bem e continuamos gerando emprego, o que é positivo. No acumulado do ano, somadas as 123 mil vagas de setembro, geramos cerca de 900 mil novas vagas e a expectativa é de mais de 1 milhão em 2014”, avaliou.

Mais


- De janeiro a setembro de 2014, os salários médios de admissão revelaram um aumento real de 1,26%, em relação ao mesmo período de 2013, ao passarem de R$ 1.165,64 em 2013, para R$ 1.180,36 em 2014. O aumento real do salário médio de admissão obtido pelos homens foi de 1,17%, frente ao aumento de 1,74% para as mulheres.

Números


3.552 Empregos celetistas foram gerados no estado em setembro, segundo dados do Caged
0,74% Foi a expansão em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior
12ª Foi a posição do Maranhão no ranking nacional de criação de empregos formais em setembro

Empresários firmam acordos de negócios com o Porto de Houston


Houston - Texas - EUA
Thiago Bastos
Da equipe de O Estado 
Representantes da indústria do Maranhão e do setor portuário dos Estados Unidos consolidaram ontem acordos e iniciaram diálogo para o estabelecimento de rotas comerciais entre os portos do Itaqui (MA) e de Houston (EUA). Eles se reuniram à noite na 2ª edição do Maranhão for Business, evento realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), no auditório da federação, na Cohama. Na oportunidade, o representante do Porto de Houston no Brasil, John Cuttino, apresentou oportunidades de negócios nos EUA para exportadores e importadores maranhenses.
O Maranhão for Business destina-se a incentivar as indústrias maranhenses a ter ações de comércio exterior. Neste caso, apresentar oportunidades de negócios no mercado norte-americano.
O evento foi realizado pela Fiema, sendo destinado a micro, pequenas e médias empresas. O diretor da Fiema, Alexandre Ataíde, destacou a presença dos representantes do setor portuário norte-americano. “Estamos em busca de novas alternativas de escoamento da produção das indústrias locais”, afirmou.

Negócios - John Cuttino, que antes havia visitado as instalações dos portos da Vale e Itaqui, afirmou que veio prospectar oportunidades de negócios para empresários norte-americanos, principalmente nas áreas de siderurgia, alumínio, petróleo e gás. Ele destacou os atuais e futuros investimentos feitos na infraestrutura maranhense para justificar o interesse no estado.
O analista de inteligência comercial da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex Brasil), Luiz Rocha, apresentou o estudo Perfil Exportador do Estado do Maranhão”, que mostra que no estado os EUA devem perder a posição de principal parceiro comercial para a China e que alguns setores estão crescendo, como produtos químicos inorgânicos, passando a ser o principal produto exportado e que para as micro e pequenas empresas os setores de mel, óleo de babaçu, couro, madeira e móveis podem ser vistos como oportunidades.
 
 



 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Ferreira Gullar é eleito para a Academia Brasileira de Letras

Gullar ocupará a cadeira 37 da ABL. O titular da cadeira era o poeta Ivan Junqueira.

Foto: Reprodução Internet
RIO DE JANEIRO – O poeta maranhense Ferreira Gullar, de 84 anos, foi eleito nesta quinta-feira (9), em votação no Petit Trianon, no Centro do Rio de Janeiro, para a Academia Brasileira de Letras (ABL).
Gullar ocupará a cadeira 37 da ABL. O titular da cadeira era o poeta Ivan Junqueira, morto no dia 3 de julho deste ano. Na votação, o poeta maranhense foi eleito quase que por unanimidade. Dos 37 votos, Gullar obteve 36 votos, apenas uma pessoa votou em branco. Os ocupantes anteriores da cadeira foram: Silva Ramos, Alcântara Machado, Getúlio Vargas, Assis Chateaubriand e João Cabral de Melo Neto.
A Academia Brasileira de Letras deverá realizar outra votação para as cadeiras de João Ubaldo Ribeiro e Ariano Suassuna. Para a vaga de João Ubaldo, a eleição está prevista para o dia 23 de outubro. No dia 30 do mesmo mês, será feita a votação para a cadeira de Suassuna.
Biografia
José Ribamar Ferreira, conhecido por Ferreira Gullar, nasceu em São Luís, no Maranhão, em 10 de setembro de 1930. Publicou sua primeira obra, “Um pouco acima do chão”, aos 19 anos de idade. Suas principais obras são: "A luta corporal" (1954), "Dentro da noite veloz" (1975), "Poema sujo" (1976) e "Na vertigem do dia" (1980).
Além de poeta, também é conhecido pela crítica de arte e dramaturgia. Ele ainda escreveu ensaios, crônicas, memórias e até ficções curtas. Sua obra “Poema sujo”, escrito no exílio em 1975 e publicado apenas em 1976, mistura lembranças da sua infância no Maranhão com questões políticas. Em 2007, foi vencedor do Prêmio Jabuti. É também ganhador, pelo conjunto de sua obra, do Prêmio Machado de Assis, a maior honraria da Academia Brasileira de Letras.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Alumar comemora marca de 5 mil atracações de navios em terminal

Instalação portuária do Consórcio de Alumínio do Maranhão, em São Luís, inaugurada na década de 1980, recebeu ontem o navio cargueiro Juruti.

Foto: Divulgação
Nilson Ferraz, diretor da Alumar, e Marcos Hamaoka
O Terminal Alumar, inaugurado na década de 1980, alcançou ontem a marca de cinco mil atracações de navios, com a operação do cargueiro de bandeira brasileira Juruti. Para celebrar a marca histórica, foram convidadas autoridades civis, portuárias, lideranças empresariais e funcionários do Consórcio Alumar para o descerramento de uma placa comemorativa.
A solenidade foi presidida pelo diretor da Alumar, Nilson Ferraz, que abriu a solenidade prestando uma homenagem a um pioneiro do porto maranhense: Mário Flexa Ribeiro, que, no início, na condição de operador portuário, transportou toda infraestrutura base que permitiu a construção e a transformação do Consórcio, na época formado por Billiton, Alcan e Alcoa.
“A nossa missão tem sido promover o desenvolvimento do Maranhão e o fazemos consciente da importância do setor portuário maranhense e nos seus valores profissionais”, afirmou Nilson Ferraz. Ele concluiu agradecendo os funcionários e as empresas parceiras da Alumar.
Entre as autoridades presentes e homenageadas com placa especial destaque para o capitão dos Portos Marcos Tadashi Hamaoka, o presidente do Sindicato das Agências de Navegação (Syngamar), Jorge Afonso Guagliani Pereira, e representantes da Norsul e da Alcan.
Atualmente, o porto (tecnicamente chamado de terminal de uso privado – TUP), com dois atracadouros de navios, movimenta em média 13 mil toneladas de cargas por ano. É utilizado para o desembarque de matérias-primas e insumos para a produção de alumina (bauxita, soda cáustica, coque e piche). O terminal também embarca alumina para os mercados europeu e asiático.
Desde 2010 a empresa vem expandindo sua capacidade operacional portuária tendo como matéria base de operação bauxita, alumina, soda cáustica, carvão, alumínio e óleo diesel.
“Para duplicar a produção de alumina, tivemos de viabilizar uma estrutura que suportasse essa nova demanda”, explicou Nilson Ferras, diretor da Alumar. Segundo ele, a ampliação do porto permitiu maior rotatividade das embarcações, reduzindo a taxa de ocupação e aumentando em 165,3% a capacidade de movimentação de carga.

Navio – A marca histórica de cinco mil atracações no TUP Alumar foi ressaltada pela operação do cargueiro Juruti, da companhia de navegação Norsul. Trata-se da mesma embarcação que inaugurou a rota regular de carregamento de bauxita da mina da Alcoa em Juruti, no Pará, em 2012. O navio tem 75 mil toneladas de porte bruto, 225 metros de comprimento, 32 metros de largura e 11,3 metros de calado (parte submersa do casco). A embarcação percorre cerca de 80 horas do porto de Juruti até o TUP Alumar (distância de 1,6 mil quilômetros).
Vale ressaltar que o primeiro navio a sair carregado do porto de Juruti com destino a São Luís foi o Norsul Camocim, em outubro de 2009. Na ocasião, o cargueiro de 199 metros de comprimento e 30 metros de largura desembarcou 43 mil toneladas de bauxita.

Bauxita - De acordo com informes anteriores da empresa, as reservas minerais na região de Juruti permitem a previsão de uma vida útil do empreendimento de, no mínimo, 70 anos. Para absorver toda a produção de Juruti, foi iniciada em janeiro de 2007 a expansão da Refinaria do Consócio de Alumínio do Maranhão (Alumar), com o objetivo de ampliar a produção de alumina de 1,5 milhões de toneladas (t) por ano para 3,5 milhões/t/ano.
Com uma reserva de cerca de 700 milhões de toneladas, a mina de Juruti possui um dos maiores depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo, com cerca de 49% de alumina disponível no minério. Perde apenas, em teor de alumina, para a bauxita encontrada em solo africano, que detém cerca de 50% de concentração.
Da bauxita é extraída a alumina, que, por meio do processo de redução, é transformada em alumínio. A produção é constituída de uma série de reações químicas. A bauxita é moída e acrescida de uma solução de soda cáustica, que a transforma em pasta. Aquecida sob pressão e recebendo novas quantidades de soda cáustica, esta massa se dissolve e forma uma solução que passa por processos de sedimentação e filtragem. Nessa etapa, são eliminadas todas as impurezas e a solução restante fica pronta para que dela seja extraída a alumina.

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Formado pelas empresas Alcoa, Rio Tinto, Alcan e BHP Billiton, o Consório de Alumínio do Maranhão (Alumar) é um dos maiores complexos de produção de alumínio primário e alumina do mundo. A Alumar foi inaugurada em julho de 1984 e tem em seus quadros 90% de funcionários maranhenses, além de realizar negócios com centenas de fornecedores locais.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Maranhão elege novo governador rejeitado por mais de 1,5 milhão de eleitores


Maranhão é campeão de faltosos nas eleições

    Número de eleitores que votaram em branco ou anularam seus votos também impressiona

Robert Pinheiro
         

Dos 4.490.003 milhões de maranhenses aptos a votar, apenas 3.429.005 compareceram ás urnas nese domingo (05). Outros 1.060.998, representando 23,63% dos eleitores, preferiram se abster.

O número, percentualmente, é o maior entre os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal. Em segundo lugar aparece a Bahia, com 23,20% de abstenção.

Votos nulos e branco

Na hora de escolher o futuro governador, 294703 eleitores preferiram anular o seu voto e outros 265661 eleitores preferiram votar em branco, representando um total de quase 0.5 milhão de maranhenses, mais de 15% do eleitorado.

O voto em branco foi a escolha da estudante Thays Silva, de 22 anos. “Não gosto do Flávio Dino e jamais votaria no Lobão Filho. Preferi votar em branco mesmo”, justificou.
Saiba mais...
 
O povo repudiou através do número de abstenção, que foi de 995 mil eleitores, dando um percentual de 24%, se os votos nulos foram 314 mil chegando ao percentual de 9,7% e de brancos 154 mil eleitores num percentual de 4,1%, totalizando 38% dos votos dos maranhenses.
 
Será possível que os políticos não se envergonham desses números?
Não passa por suas cabeças que isso foi uma forma de repúdio a todos que estavam disputando essa eleição?
Ou querem fazer de conta que 1,5 milhões de pessoas não valem nada!!!
Que esses 38% que repudiaram estão fora de tudo, quando dizem que o Maranhão é de todos nós?
O que dizer a esses eleitores?