quarta-feira, 23 de julho de 2014

Grupo com mais de 100 lojas no país vai inaugurar uma unidade em Bacabal

Grupo com mais de 100 lojas no país vai inaugurar uma unidade em Bacabal; interessados em uma vaga de emprego já podem enviar curriculum
 
Do blog do Sergio Matias
 
Prevista para inaugurar em Bacabal uma das suas unidades no início de dezembro deste ano, a rede de moda Avenida já conta com mais de 105 lojas espalhadas pelas principais cidades do país. Sempre preocupada em surpreender e encantar o seu cliente, ela segue de perto todas as principais tendências da moda mundial.

Moda masculina, feminina, infantil, calçados, artigos de cama, mesa, banho e decoração: a Avenida oferece tudo isso com muita qualidade, com os melhores preços e as melhores condições de pagamento.
A unidade de Bacabal irá funcionar neste prédio (foto acima) anexo ao Bacabal Shopping. Para se ter uma ideia da grandiosidade deste investimento em nossa cidade e que faz parte da expansão da empresa para a região nordeste, a loja ocupará os três pavimentos.

Criado no Mato Grosso o grupo do ramo de roupas, sapatos, e decorações oferecerá aos seus futuros clientes um ambiente amplo climatizado e com escadas rolantes.

De acordo com a loja, serão gerados aproximadamente 40 empregos diretos e a outra boa notícia é que os interessados em uma das vagas já podem enviar curriculum para: curriculo@lojasavenida.com.br ou clique aqui e preencha seus dados.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Itaqui movimentou 1,6 milhão de toneladas de carga em junho

Resultado significa uma alta de 16,9% em relação a junho do ano passado.

Cezar Scanssette
Editor de Portos
 
Foto: Divulgação/Emap
O Porto do Itaqui movimentou 1.664.156 toneladas (t) de carga em junho deste ano, de acordo com dados da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). O resultado é 16,93% maior do que o alcançado no mesmo período do ano passado, que chegou a 1.423.235 t.
O maior volume de movimentação de carga em junho deste ano no Porto do Itaqui foi registrado no segmento de granéis sólidos, que alcançou 878 mil/t, o que significa 52,76% do resultado mensal. Entretanto, no comparativo com junho de 2013, que chegou a 962 mil/t, percebe-se uma diferença de 9,64%.
Entre os granéis sólidos, destaque para as operações com soja, que chegaram a 494 mil/t em junho de 2014, contra 507 mil/t no mesmo intervalo de 2013 (diferença de 2,78%). Considerando o mês de referência, uma queda acentuada ocorreu na movimentação de fertilizantes, que passou de 177 mil/t para 58 mil/t (diferença de 204%) do ano passado para o atual.
As operações com cobre apresentaram alta, partindo de 40 mil/t em junho do ano passado para 56 mil/t no mesmo intervalo deste ano (diferença de 38,7%). Os demais itens da pauta de granéis sólidos, no Itaqui, de junho último, foram ferro-fusa (62 mil/t), carvão (127 mil/t), clínquer e escória (59 mil/t) e arroz (19 mil/t).

Líquidos - O segundo maior volume de carga movimentada no Porto do Itaqui em junho deste ano foi no segmento de granéis líquidos (a maioria de derivados de petróleo), com 684 mil/t, equivalente a 41,12% do total geral. Em relação a junho de 2013, que registrou 443 mil/t, o volume de granéis líquidos aumentou 54,45%.
No quesito derivados de petróleo, verifica-se um grande aumento na movimentação de produtos no segmento entreposto comercial (produtos recebidos no porto destinados ao abastecimento local e de estados vizinhos), que passou de 187 mil/t em junho de 2013 para 375 mil/t no mesmo intervalo deste ano (diferença de 100,2%).
Também houve crescimento do volume de derivados no segmento importação, passando de 242 mil/t para 278 mil/t (diferença de 14,91%). A movimentação de álcool/etanol também aumentou, de 4 mil/t para 10,9 mil/t (alta de 168,9%), e as operações com gás liquefeito de petróleo (GLP) subiram de 8,7 mil/t para 12,1 mil/t (+7,22%). O Itaqui também movimentou 6,7 mil/t de soda cáustica, produto não registrado no mesmo intervalo de 2013.

Outros - Do total da movimentação de carga de junho deste ano, 9,6% foram operações com contêineres, o equivalente a 16.081 t ou 1.895 TEU (Twenty-foot Equivalent Unit, ou unidade padrão de 20 pés, em tradução livre do inglês), alta de 156% em relação ao mesmo intervalo de 2013, que registrou 740 TEU ou 6.158 t.
No quesito carga geral solta, o Porto do Itaqui movimentou 85 mil/t em junho deste ano, contra 11,2 mi/t no mesmo intervalo de 2013 (alta de 659%). A diferença se explica na inserção de um item da pauta portuária, a celulose, que chegou a um volume de 80,3 mil/t neste ano.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Cadê o nosso gás, Eike Batista???

Eneva luta contra falta de gás no Maranhão que atrasa Parnaíba II

Por Cláudia Schüffner | Do Rio
 
Por trás do atraso para início da geração da térmica Parnaíba II, da Eneva (ex-MPX) existe não apenas o risco de pagamento de penalidades milionárias pela empresa de energia, mas também a falta de combustível, mais precisamente do gás natural que deveria ser suprido pela antiga OGX Maranhão, hoje Parnaíba Gás Natural (PGN). Como em outras situações envolvendo as empresas que pertenciam ao grupo EBX, de Eike Batista, o problema está sendo tratado de forma discreta. O gás existe, mas não se confirmou a "meia Bolívia de gás" anunciada por Eike.
A informação sobre a indisponibilidade de gás para suprir o complexo de térmicas da Eneva na bacia do Parnaíba foi confirmada por três fontes, que falaram ao Valor com o compromisso de não serem identificadas. Oficialmente, a Eneva alega, junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que houve atraso de pelo menos 278 dias para assinatura dos contratos de comercialização de energia de Parnaíba II no ambiente regulado (CCEAR's) com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.
Mas no Maranhão se verificou que as estimativas de reservas da OGX Maranhão, nesse caso de gás, foram superestimadas, assim como as de petróleo na Bacia de Campos exploradas por outra empresa do grupo, a OGX. As reservas de gás do campo de Gavião Real, que deveria ser o principal alimentador das usinas térmicas, estão abaixo das estimativas iniciais, como confirmaram fontes que conhecem o assunto.
Dos quatro campos declarados comerciais, só Gavião Real teve desenvolvimento aprovado pela ANP
Agora, para produzir todo o gás necessário, a empresa precisa fazer mais investimentos para perfurar novos poços e conectá-los à região onde estão as usinas, explicaram as fontes. A distância entre os reservatórios é maior que o previsto e há um custo alto de investimento em exploração e transferência do gás da boca dos poços até as térmicas.
Para todas as unidades da Eneva, que usam gás como combustível, gerarem energia seriam necessários mais do que os 6 milhões de metros cúbicos de gás por dia produzidos em alguns momentos pela Parnaíba Gás. Mas esse volume caiu e, em maio, a empresa produziu 5,3 milhões de metros cúbicos/dia no Maranhão, segundo o mais recente boletim de produção divulgado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ali, o campo de Gavião Real aparece como o sexto maior produtor do país e coloca a empresa no segundo lugar entre os maiores produtores de gás, atrás da Petrobras. Não é pouco, mas tampouco suficiente.
Uma fonte explicou que a OGX Maranhão tem conhecimento, já faz algum tempo, que Gavião Real sozinho não poderia suprir a produção de energia elétrica do complexo, onde a Eneva tem instaladas e operando as térmicas Parnaíba I (676 MW), Parnaíba III (176 MW) e Parnaíba IV (56 MW). A Parnaíba II vai gerar 517 MW.
A atual crise elétrica exigiu que as usinas operassem à plena capacidade e, com isso, foi necessário manter po r muito tempo a produção elevada de gás. E ali seriam 8,5 milhões de metros cúbicos para atender a demanda das térmicas construídas em torno dos campos de gás. As usinas chegaram a consumir 6 milhões de metros cúbicos por dia durante um período, mas isso levou a limites perigosos que poderiam diminuir a vida útil do reservatório, informou uma fonte. "Eles precisam investir e produzir gás em outros reservatórios que existem lá", informou ao Valor uma fonte a par do problema.
Questionada sobre as reservas de gás da Parnaíba Gás, a ANP informou ao Valor que "nos blocos exploratórios operados pela empresa existem hoje 12 Planos de Avaliação de Descoberta submetidos à ANP, os quais poderão comprovar novas reservas de gás nos próximos anos".
A Eneva pediu à Aneel prorrogação para início do contrato de geração, de 1º de março para o último dia do ano
A agência esclareceu, ainda, que as reservas de cada campo são informação confidencial das empresas, sendo que "os volumes reportados quando é feita a declaração de comercialidade de cada área é de responsabilidade exclusiva do concessionário". Ainda segundo a ANP, até o momento a OGPar - antiga OGX, que era operadora da área - declarou a comercialidade de quatro campos de gás no Maranhão: Gavião Real, Gavião Azul, Gavião Branco e Gavião Branco Oeste. Contudo, somente o plano de desenvolvimento de Gavião Real foi aprovado, e é o único já em produção. Os demais estão em análise, informou a ANP.
Com a indisponibilidade de gás da Parnaíba Gás impossibilitando a Eneva de gerar eletricidade, os problemas das duas empresas que compunham o conglomerado X se entrelaçam. A Eneva tem apenas 18,18% da Parnaíba Gás Natural mas terá que arcar com 100% das penalidades pela não entrega da energia em um momento de déficit no setor elétrico caso seja punida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Os outros sócios da PGN são a alemã E.On, com 9,09%, a Cambuhy Investimentos (da família Moreira Salles), com 36,37%, e a OGPar / OGX. Esta última está em recuperação judicial e manteve 36,36% que deverão ser vendidos em leilão. A participação remanescente da OGPar na Parnaíba poderá ser adquirida pela Cambuhy.
A Eneva aguarda o desfecho da cautelar para suspensão da penalidade que está sendo analisada no momento por Andre Pepitone, diretor da Aneel. Uma decisão desfavorável pode ser mais um golpe para a E.On, que já investiu cerca de R$ 4 bilhões na Eneva desde 2012 e ainda não conseguiu estancar a sangria.
No último mês e meio, o Valor tentou, sem sucesso, ouvir executivos da Eneva, da PGN, Cambuhy e a diretoria da Aneel sobre o assunto. Todos responderam que não iriam comentar. A Eneva pediu ao regulador prorrogação do início do contrato de geração por dez meses, passando de 1º de março de 2014 para o último dia do ano, o que na prática transfere o início da operação para 2015. Nem na medida cautelar em que pede suspensão das penalidades a falta de gás é explicitada.
Na exposição de motivos da cautelar, durante reunião pública na Aneel, o advogado da Eneva, Guilherme Baggio, disse que não houve operação continuada das unidades ao final do período de testes, em fevereiro, "porque há uma relação entre a usina térmica e o projeto de gás". E continuou afirmando que "há uma relação ainda que precisa ser melhor explorada, em relação à disponibilidade de gás para todo o projeto".











 


Incrível: Empresa australiana cria preservativo que pode matar os vírus do HIV, herpes e HPV

Testes microbiológicos mostraram que o novo preservativo é seguro!


Os preservativos são lubrificados com VivaGel
Os preservativos são lubrificados com VivaGel
Foto: Dailymail
O preservativo VivaGel é a ideia inovadora e ousada da empresa de biotecnologia australiana Starpharma. Os testes mostraram que o preservativo é eficaz na desativação de 99,9% dos vírus de HIV, herpes e casos de vírus do papiloma humano - HPV.

O produto já recebeu um recibo de Conformidade de Certificação de Avaliação do Australian Therapeutic Goods Administration - um certificado semelhante ao fornecido pelo Ministério da Saúde - possibilitando a produção em massa. Isso significa que o preservativo, o primeiro já desenvolvido com essa função, deve estar disponível para compra nos próximos meses.

Os preservativos são lubrificados com VivaGel, um medicamento que contém 0,5% de astodrimer de sódio - projetada especificamente como um composto contra o HIV. Espera-se que o gel ajude a reduzir a transmissão do temido vírus da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, além de reduzir o risco de gravidez.

A produção é uma parceria da Starpharma com a Ansell, responsável por cerca de 70% do mercado de preservativos da Austrália. A recente aprovação veio depois que o preservativo foi avaliado em um conjunto de requisitos em matéria de segurança e desempenho.
Incrível: Empresa australiana cria preservativo que pode matar os vírus do HIV, herpes e HPV
Na Austrália, o número de DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) tem aumentado significativamente nos últimos anos. Estima-se, por exemplo, que a herpes genital, causada pelo vírus herpes simplex, afete um em cada oito australianos com 25 anos ou mais. A taxa de infecções por HIV recém-diagnosticadas aumentou 10% em relação aos últimos 12 meses, representando o maior aumento na Austrália nos últimos 20 anos. Os dados também revelam que o número de infecções diagnosticadas em 2013 são 70% maiores que os detectados em 1999, quando os casos estavam em seu nível mais baixo.

Peter Carroll, presidente e gerente geral da unidade de negócios globais de bem-estar sexual da Ansell, disse que os consumidores podem se animar. “O produto mais inovador de saúde sexual será colocado nas prateleiras em breve”, afirma.




FONTE: Daily Mail

domingo, 20 de julho de 2014

R$ 1,3 bilhão em infraestrutura viária é investido pelo governo

O titular da Secretaria de Estado de Infraestrutura, José Raimundo Frazão, faz um balanço das ações do governo com a pavimentação de vias urbanas.

Jock Dean
Da equipe de O Estado
 
Foto: Flora Dolores
Secretário José Raimundo, da Sinfra
 
Uma série de obras de infraestrutura viária, que vão desde a pavimentação de vias urbanas até a construção de grandes rodovias, está em andamento no Maranhão. As obras estão sendo executadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), e o investimento soma mais de R$ 1,3 bilhão. Em entrevista a O Estado, o titular da pasta, José Raimundo Frazão Ribeiro, fez um balanço de todo esse trabalho e anunciou para o fim de agosto a conclusão da segunda etapa da Via Expressa, uma das principais obras em execução na Região Metropolitana de São Luís, com investimentos de R$ 500 milhões, e que melhorará a mobilidade urbana na capital. No interior do estado, o objetivo é interligar todos os municípios por meio do asfalto. Hoje, muitas cidades maranhenses são consideradas isoladas por causa da precariedade da sua malha viária.

O Estado - A Via Expressa é uma das principais obras viárias em execução em São Luís. Em que estágio estão as obras da segunda etapa da avenida?
José Raimundo - A segunda etapa da Via Expressa, que corresponde ao trecho que vai do Cohafuma ao Ipase, está em fase de imprimação para depois ser feito o asfaltamento. Com isso, até o final de agosto estaremos concluindo os trabalhos. Além da via, quando concluirmos a obra, iremos entregar também um museu, que foi construído ao lado da Igreja de São João Batista de Vinhais, onde ficarão em exposição os achados arqueológicos durante a execução da obra. A igreja e a associação de moradores também foram recuperadas e um livro com a catalogação das peças também será entregue com a obra.

O Estado - A Via Expressa faz parte de um pacote de obras para melhorar a mobilidade urbana de São Luís, que inclui a Avenida Metropolitana. Quando começam as obras dessa segunda avenida?
José Raimundo - As obras da Metropolitana começam em agosto. Ela sairá do aeroporto, margeando o muro da Universidade Estadual do Maranhão [Uema], atravessando a MA-201 [Estrada de Ribamar] pela Maiobinha, chegando à MA-202 [Estrada da Maioba], passando pela Beira-Rio e se interligando à duplicação da MA-203 [Estrada do Araçagi]. Vamos iniciar as obras no trecho que segue do Alphaville à Beira-Rio e depois a etapa restante.

O Estado - Além da Via Expressa e da Metropolitana, a Sinfra está executando duplicação da Estrada do Araçagi. Que etapas dessa obra já foram concluídas?
José Raimundo - Conseguimos concluir toda a parte de drenagem do trecho em execução e em 15 dias começa a imprimação de um trecho grande, onde já foram concluídas as desapropriações. O trecho que vai ser asfaltado está liberado há três meses, mas as chuvas não permitiram a pavimentação. O restante da obra tem problemas pontuais de desapropriação que serão resolvidos até o fim de agosto. Temos ainda o elevado que interligará as MAs 204 e 203, que ficará concluído em dois meses. O restante não será asfaltado agora porque ainda falta a terraplanagem. Nosso prazo para conclusão da obra é novembro deste ano.

O Estado - Quais os benefícios que estas obras trarão para a população?
José Raimundo - Todas essas obras estão sendo executadas para melhorar a mobilidade urbana, criando um sistema viário que garanta um tráfego mais eficiente. A duplicação da Estrada do Araçagi, por exemplo, faz parte do Anel Metropolitano, que inclui a Metropolitana e a Via Expressa. Também já temos recursos do Ministério das Cidades para melhorar o restante da Avenida dos Holandeses, construindo viadutos em todas as rotatórias.

O Estado - A MA-201 (Estrada de Ribamar) é alvo constante de reclamações por quem trafega pela via. Ela também receberá melhorias?
José Raimundo - Sim. Estamos investindo em projetos de restauração da MA-201, no trecho da Forquilha ao Maiobão. As pistas de rolamento serão melhoradas. Também serão feitas calçadas e ciclovia e uma nova obra de drenagem, pois à época da construção da rodovia o sistema de drenagem foi pensado para uma obra rodoviária, mas com o tempo as margens da via foram ocupadas e essa drenagem perdeu sua eficácia e em alguns pontos sequer funciona. Toda essa obra está orçada em R$ 25 milhões dos quais R$ 17 milhões são apenas para a drenagem.

O Estado - Outra via que é alvo constante de reclamações é a MA-202 (Estrada da Maioba). Que projetos estão planejados para essa rodovia estadual?
José Raimundo - Em 2013, executamos várias obras de pavimentação de vias importantes. Outras estamos executando agora, como a Estrada do Miritiua, que sai da MA-202, no Miritiua, ligando-a à General Arthur Carvalho, no Turu, que hoje tem um volume de tráfego muito intenso. Por isso, estamos recuperando toda essa via. Outra é a Estrada da Mata, uma via importante por causa do volume de empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida. Estamos recuperando desde a Estrada de Ribamar até o Cemitério da Mata, próximo à Avenida Tancredo Neves.

O Estado - Quanto o Estado está investindo nesse programa de recuperação, construção e pavimentação de vias?
José Raimundo - O Programa Viva Maranhão inclui uma série de obras de pavimentação urbana não apenas em São Luís, mas em todo o estado. São recursos do empréstimo feito pelo estado ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
[BNDES]. Somente as obras viárias somam mais de R$ 1,3 bilhão em todo o estado. Na Região Metropolitana, são R$ 500 milhões, não só de obras viárias.

O Estado - E que obras estão em execução no interior do estado?
José Raimundo - No interior, estamos executando um programa de interligação de todos os municípios a uma via pavimentada ou a outro município que tenha acesso pavimentado. Hoje, temos alguns trechos já inaugurados, como São João do Sóter, que era uma cidade isolada e foi interligada a Caxias. São Raimundo do Doca Bezerra e São Roberto já estão ligadas a Esperantinóplis. Outras obras estão em andamento, como a ligação de São Domingos a Governador Luiz Rocha, que até o fim do ano será concluída.

O Estado - Há uma previsão de quando todas essas obras estarão concluídas?
José Raimundo - As maiores obras serão concluídas em dois anos por serem rodovias extensas e cuja execução demanda mais tempo. Mas as mais curtas estarão concluídas até o final do ano, como Coelho Neto a Afonso Cunha, Matões a Caxias, Fortaleza dos Nogueiras a São Pedro dos Crentes e Barra do Corda a Fernando Falcão. Visitamos todas essas obras há pouco tempo e vimos que elas estão em ritmo acelerado, sobretudo agora, que passou o período chuvoso, que não nos permitiu avançar mais nas obras. No caso das que têm previsão de dois anos, estamos trabalhando para deixar pavimentado pelo menos do quilômetro zero ao primeiro povoado até dezembro deste ano.

O Estado - Além da mobilidade urbana e interligação de municípios, a Sinfra executa obras para melhorar o escoamento da produção. Quais as principais em andamento?
José Raimundo - Um deles é o Anel da Soja. Dois trechos já foram licitados e iniciados. Um de Balsas até um trecho de 50 quilômetros depois de um povoado chamado Ouro, que inclui as MAs 140 e 007. Desse trecho, vamos até Batavo, outro povoado na região. Com isso, teremos um eixo de rodovias de apoio à produção. Algo muito desejado pela classe produtora de Balsas e da região.

O Estado - Além do Anel da Soja, a Estrada do Arroz está com as obras adiantadas?
José Raimundo - A Estrada do Arroz, um trecho que vai de Imperatriz a Cidelândia, será outra via importante. A produção de arroz não é mais o forte daquela área, que agora tem os negócios voltados para a celulose, por causa da Suzano. Só nesse trecho há mais de 10 povoados grandes. Também estamos trabalhando na estrada que vai de Sangue a Santo Amaro e de Santo Amaro a Primeira Cruz. O primeiro trecho já está em andamento.

O Estado - Há outras obras em execução para melhorar o escoamento da produção?
José Raimundo - Além do Anel da Soja, estamos licitando obras secundárias para ligar o estado ao Tocantins, do povoado Ouro a um chamado Porto Cordeiro, e outra desse povoado a Riachão. São dois trechos importantes porque vão ajudar a fluir a produção, seja no sentido Tocantins ou do Tocantins ao Porto do Itaqui ou por meio de Riachão. Sempre se objetiva ligar cidades, mas temos também que pensar no escoamento da produção, que gera emprego, renda e recursos para o estado.

O Estado - Mas muitas estradas também estão sendo restauradas em várias regiões do estado. Como está o andamento destas obras?
José Raimundo - Estamos fazendo restaurações de estradas que não tiveram manutenção ou são muito antigas [tem mais de 10 anos]. Uma delas é a de João Lisboa a Amarante. São 100 quilômetros, que estarão concluídos até outubro. A obra já está com 80% prontos. Outro trecho é o de Buriticupu a Arame. Já estamos nos 16 quilômetros finais, que serão concluídos até o fim do ano. Lá, tivemos alguns problemas por causa das aldeias indígenas, mas já resolvemos.

O Estado - Outra ação do programa é a pavimentação de vias urbanas. Que municípios já foram beneficiados?
José Raimundo - As pavimentações das vias urbanas variam de trechos de três a 10 quilômetros. Nos municípios menores, são três quilômetros. Nos maiores, 10, como Imperatriz. Em alguns municípios, três quilômetros é praticamente pavimentar toda a cidade. Essas obras são feitas por execução direta da Sinfra. Já concluímos Timbiras e até o fim do mês de agosto ficam prontos as de Presidente Dutra, Tuntum, Governador Luiz Rocha, Eugênio Barros, Senador Alexandre Costa. A região de Colinas também está adiantada.

O Estado - Quantos quilômetros de vias estão sendo asfaltadas no estado?
José Raimundo - Hoje, entre restauração, pavimentação e construção de novas vias, temos 1.100 quilômetros de rodovias contratadas e mais 822 quilômetros de vias urbanas. Além disso, em 2013, conseguimos fazer serviços de manutenção em 2.300 quilômetros de rodovias. Por falta de conservação ou por serem muito antigas (mais de 10 anos), as estradas estão muito ruins e nós estamos recuperando e fazendo a conservação. Temos 4 mil quilômetros de estradas pavimentadas e outros 5 mil sem pavimentação. Desse total, estamos fazendo 1.100 quilômetros e outros dois mil estão com ordem de serviço.

O Estado - Mas não são apenas obras viárias que estão em execução. Em São Luís, por exemplo, há o Espigão Costeiro. Quando esta obra será entregue?
José Raimundo - A previsão de inauguração do Espigão é outubro. Fizemos toda a pavimentação da área. No final do espigão está em construção um mirante e o Memorial Bandeira Tribuzi está sendo reformado para receber uma praça de alimentação, uma área de exposição e a administração do local. Também fizemos o calçamento do entorno, que vai do Forte de Santo Antônio até o Hotel Praia Mar. As vias de trânsito também vão ser restabelecidas. Haverá ainda ciclovia e o forte que será reformado integrará essa área.

O Estado - Ainda na Região Metropolitana, a Sinfra está fazendo a manutenção dos logradouros públicos. Todas estas obras já foram concluídas?
José Raimundo - Todos os Vivas estão em reforma de piso, banheiro, iluminação. Os espaços do Anjo da Guarda, Vinhais, Renascença e Angelim estão entre os já concluídos. Raposa e Maiobão estão em andamento. O da Raposa tinha um problema grave e precisou ser reconstruído. Quando a maré estava cheia, invadia o piso, que foi todo destruído, então foi construída uma contenção. O Viva também tem uma área de apoio ao turista que foi reformada.

O Estado - No Maracanã, além do Viva, o entorno também foi reformado. Quando esta obra fica pronta?
José Raimundo - No Maracanã, recuperamos o Viva e vamos entregar agora. Nesse Viva tem um lugar de restaurante que não é usado e uma sala que pode ser um auditório ou um lugar para oficinas. O espaço é administrado pela Associação do Boi de Maracanã, mas ela precisa de apoio. Por isso, pedimos à Secretaria de Estado da Cultura que assuma o espaço. Na Maioba, arrumamos o Viva, igreja, associação e a praça onde ocorrem as atividades do grupo de bumba meu boi.

Obras já entregues


Em março de 2014, a Sinfra entregou à população a pavimentação da rodovia MA-127, no trecho que vai de Caxias até São João do Sóter, totalizando 55,30 quilômetros de extensão. O município de São João do Sóter é um dos que saíram do isolamento. Já em 2013, o Governo do Estado entregou a MA-012, ligando os municípios de Esperantinópolis a São Roberto e São Raimundo do Doca Bezerra, totalizando 41 quilômetros. Já na região do Baixo Parnaíba, o município de Santana do Maranhão recebeu pavimentação de 25 quilômetros da MA-327.
Na região de Barra do Corda, o município de Jenipapo dos Vieiras passou a ter acesso por via pavimentada. São 20 quilômetros de asfalto da MA-328 entre o município e a BR-226.

Números


8.240 quilômetros é o total aproximado de rodovias implantadas
4.710 quilômetros já foram pavimentados
3.530 quilômetros não pavimentados ou estão em pavimentação
18 obras rodoviárias estão em execução no Maranhão
3 milhões de pessoas serão beneficiadas direta e indiretamente
720 mil agricultores serão beneficiados com as obras de pavimentação, o que representa cerca de 30% da população rural do estado

37º Festival Guarnicê de Cinema começa amanhã, às18h30, no Cine Praia Grande

Cinema em evidência


37º Festival Guarnicê de Cinema começa amanhã, às18h30, no Cine Praia Grande; evento vai até sábado e homenageia o cinema nacional.
Ítalo Stauffenberg

Da equipe de O Estado
 
Celebrando 37 edições e exaltando a produção cinematográfica do Brasil, acontece de amanhã a sábado o Festival Guarnicê de Cinema. O evento terá programação no Cine Praia Grande e no Teatro da Cidade de São Luís (Rua do Egito). A abertura será no Cine Praia Grande, às 18h30, com a exibição do filme Tatuagem, do pernambucano Hilton Lacerda. O evento terá oficinas ministradas por profissionais da Fundação Joaquim Nabuco (PE) e Escola Pública de Audiovisual Vila das Artes (CE).
O Guarnicê é realizado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio do Departamento de Assuntos Culturais (DAC) da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e Fundação Sousândrade (FSADU), patrocinado pelo Banco do Nordeste, Petrobras e Vale.
Este ano, o evento recebeu inscrições de 235 filmes para as mostras competitivas. Desse total, 36 foram selecionados, sendo quatro para a disputa de melhor longa metragem e 32 na disputa de melhor curta-metragem. O júri de pré-seleção foi formado pelo jornalista Luca Palmieri, graduado em História e Crítica do Cinema pela Universidade de Genova (Itália), a cineasta Ione Coelho, licenciada em Educação Artística pela UFMA e produtora de filmes e o diretor executivo da distribuidora Petrini Filmes, Raffaele Petrini, graduado em História e Crítica de Cinema na Universidade de Cagliari, na Itália.

Mostras - O evento traz o tema Memória e Cinema Brasileiro, como forma de valorizar o cinema nacional, mas a programação não será restrita apenas aos filmes nacionais. O evento terá a Mostra Francesa, parceria com a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e Aliança Francesa de São Luís; Mostra Guarnicê, composta por filmes do acervo do festival; o Guarnicezinho, para o público infantil; Guarnicê Jovem, com temática voltada para os adolescentes; Cenário Brasil, com filmes que não foram selecionados para o festival, mas que merecem destaque; Cinefoot, com filmes sobre futebol e mostra de exibição de longas.
“Temos que atender as mais diversas audiências de cinema. Por isso, cada mostra é pensada para oportunizar o máximo de acesso a esta linguagem audiovisual”, diz Saulo Simões, coordenador técnico do Festival Guarnicê de Cinema. Visando uma melhor interação entre diretor e espectador, antes do início dos filmes cada diretor falará sobre sua produção audiovisual. O ator Rômulo Estrela participará desses debates.

Prêmios - Será premiado com R$ 20 mil o vencedor da categoria Longas, R$ 10 mil para o vencedor de melhor curta e o melhor curta-metragem maranhense terá o prêmio de R$ 5 mil. “O festival é um dos mais antigos do Brasil realizado por universidades públicas, homenageia esses diretores com esses valores simbólicos por suas produções que reforçam o cinema brasileiro”, avalia Gersino dos Santos, diretor do DAC e coordenador geral do festival.

PROGRAMAÇÃO


Cine Praia Grande
Amanhã
19h – Solenidade de Abertura – Longa convidado: Tatuagem, de Hilton Lacerda

Terça-feira (22)
10h - Mostra Francesa

14h20 - Mostra Longas Convidados: Junho, de João Weiner

15h30 – Competitiva de Curtas
A mão e fogo: louça
e subjetividade entre artesãs de
Itamatatiua (MA)
Brasil (PR), Manchik (RR), Broders (MA), Fuga animada (SP),
Cassiano (BA)
Festa no Aptº de Suzana 10 de julho de 2011 (PR), Brincando na floresta (MA)

19h – Competitiva de Longas
Triunfo (SP)

Quarta-feira (23)
10h - Mostra Cenário Brasil: A vida não basta, de Caio Tozzi e Pedro Ferrarini

14h20 – Mostra Cenário Brasil – Darcy, um brasileiro, de Maria Maia15h30 – Competitiva de Curtas
Ilhas humanas (MA), Espantalhos (SP), A despedida (SP)
Passagem (MA), O despertar do Sísifo (MA), PM – Policial Mágico (RJ)
Natal de Tonho (SP), Até que a última luz se apague (AM)

19h – Competitiva de Longas
O Exercício do Caos (MA)

Quinta-feira (24)
10h - Mostra Memória Guarnicê

14h20 - Mostra Longas Convidados – Cidade Cinza, de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo

15h30 - Competitiva de Curtas
Mahjong (RJ), Tormenta (MG), Vontade (MA)
Dia estranho (SP), Upaon-Açu, Saint Louis, São Luís... (MA)
Acorda (MA), Hotel Farrapos (RS), Ruas (MA)

19h – Competitiva de Longas
Mataram meu irmão (SP)
Sexta-feira (25)
10h - Mostra Cinefoot

14h20 - Mostra Longas Convidados – Cidade de Deus – 10 anos depois, de Cavi Borges e Luciano Vidigal

15h30 – Competitiva de Curtas
Dream Catchers (SP), Preto ou Branco (SP)
O dono da Capoeira (MA), Cine
Centimetro (RJ)
O menino que sabia voar (SP),Escolhas (SP)
A carruagem de Donana (MA), Xiri Meu Eu não dou” - Patativa (MA)
19h – Competitiva
de Longas
Escolha seu
Caminho (MA)

Sábado (26)
19h – Solenidade de encerramento

Teatro Cidade de São Luís Projeto Cinema em Todo Lugar
Terça (22) a Sexta (25)

9h - Mostra Guarnicêzinho

15h - Mostra Jovem

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Torre de Pisa em Montes Altos é reinaugurada com festa

Torre de Pisa em Montes Altos é reinaugurada com festa


A reinauguração foi nessa quinta-feira com abertura do festejo.

Diana Cardoso
 


Torre de Pisa em Montes Altos é reinaugurada com festa.(Foto: Reprodução TV Mirante/ )

MONTES ALTOS – Evangelização, fé cristã e uma recordação especial. É isso que a réplica da Torre de Pisa, inaugurada no dia 18 de março de 1995 em Montes Altos, município distante 65 km de Imperatriz, representa para sua população.

A reinauguração foi nessa quinta-feira com abertura do festejo.. (Foto: Reprodução TV Mirante/ )

A réplica foi reinaugurada na noite dessa quinta-feira (17), com muitas festividades pelos fiéis da comunidade durante abertura do tradicional festejo em honra a Nossa de Santana padroeira da cidade. O festejo segue com uma vasta programação até o dia 26 de julho.
De acordo com padre Raimundo Brandão, responsável pela paróquia, a torre que teve como idealizador, o frade Capuchinho Aristides Arioli, nunca havia sido reformada desde sua inauguração 19 anos.
“A réplica da Torre de Pisa foi um grande presente dos padres italianos para Montes Altos. Frei Arioli quis homenagear os 100 anos de evangelização dos padres Capuchinhos no Maranhão e 33 anos em Montes Altos”, afirma o padre Brandão.
Ainda de acordo com o padre, os católicos estavam sentindo falta do soar do sino da torre, um convite para as celebrações na igreja.
“O sino é um convite para as missas, os fiéis aqui já sabem e há um ano não se ouvia este convite. A nossa igreja, também, passou pela reforma e as missas estavam acontecendo num clube”, explica padre Brandão.
A Torre de Pisa tem 30m de atura e 96 pilares de sustentação. Teve que ser interditada em 2012, devido as falhas na estrutura do concreto.

A Torre de Pisa tem 30m de atura e 96 pilares de sustentação.(Foto: Reprodução TV Mirante/ )









 

Planos da China incluem construir estrada de ferro integrada ao Itaqui

País asiático quer firmar parcerias para construir ferrovias para transportar grãos e minerais para portos brasileiros.

 
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Os presidentes da China, Xi Jinping, e do Brasil
 
BRASÍLIA - Autoridades brasileiras afirmam que a China quer firmar parcerias para construir ferrovias para transportar grãos e minerais para portos brasileiros. Entre os projetos em estudo estão ferrovias para os portos de Ilhéus, na Bahia, e Itaqui, no Maranhão, que estão mais próximos do Canal do Panamá e reduziriam os custos de transporte.
A China também está interessada em estudar uma ferrovia através dos Andes até a costa do Pacífico no Peru, que poderia encurtar a rota de comércio significativamente, declarou uma autoridade do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Reuniões com autoridades chinesas integraram a agenda do Ministério dos Transportes durante toda a semana, em Brasília (DF).
Os encontros ocorrem no ano em que se comemoram 40 anos de relações diplomáticas entre o Brasil e a República da China contarão com a presença do presidente do país asiático, Xi Jinping.
“Será uma excelente oportunidade de atração de investimentos chineses, principalmente na área de concessões de ferrovias”, segundo o ministro Paulo Passos.
O governo chinês quer garantir a participação de suas empresas em projetos portuários e ferroviários que serão lançados no Brasil e, em especial, naqueles que fazem parte do projeto de integração sul-americana e que permitirão o escoamento de minérios e de produtos agrícolas aos portos do Norte (próximos do Canal do Panamá) e países vizinhos do Pacífico.
Paulo Passos também falou do assunto durante palestra quarta-feira (16) na cerimônia de abertura do Seminário Empresarial sobre as oportunidades de investimentos e parcerias em setores como infraestrutura, agronegócio, comércio e indústria – Brasil e China, promovido pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI).
Ontem, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff recebeu o presidente da China, Xi Jinping, para a assinatura de compromissos políticos e de investimentos na melhoria logística brasileira de escoamento de soja e de minérios para o exterior (principalmente a China), entre outros.

Valemax - As autoridades brasileiras não esperam progressos durante a visita de Xi Jinping no tocante ao impasse na recusa chinesa de permitir que grandes navios de transporte de minério de ferro usados pela Vale, os chamados Valemax, usem portos chineses, forçando a mineradora a transferir carregamentos de portos nas Filipinas e na Malásia e aumentando seus gastos.
Os nav ios da classe Valemax, com capacidade de transporte de carga de até 395 mil toneladas de minério de ferro e 400 mil toneladas de porte bruto, são os maiores do mundo em sua categoria e foram proibidos de atracar nos portos da China desde o primeiro da frota, o Vale Brasil, cuja operação inaugural de carga ocorreu em maio de 2011, no Terminal Ponta da Madeira, em São Luís (MA). A carga tinha como destino a China, mas acaboudesembarcada em portos da Europa.

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A China é atualmente o maior parceiro comercial do Brasil. O comércio entre os dois países aumentou de 3,2 bilhões de dólares em 2002 para 83,3 bilhões de dólares no ano passado - minério de ferro, produtos do complexo soja e petróleo são a maior parte das exportações brasileiras para o país asiático.

A China tem investido cerca de US$ 17 bilhões no Brasil, com sinais de possíveis ampliações no volume e nos segmentos em que os recursos são aplicados, segundo o presidente da seção chinesa do Conselho Empresarial Brasil China, Liu Mingzhzong.

Mais de 100 empresários chineses acompanham o presidente Xi Jinping em sua visita ao Brasil, o que deve fortalecer os contatos para a criação de consórcios capazes de disputar leilões em outras áreas além das ferrovias e portos, como petróleo e energia elétrica.

Maranhão gerou 1.179 novos postos de trabalho com carteira assinada em junho

De acordo com dados do Caged, o saldo positivo do estado no período foi resultado do desempenho das atividades da construção civil e agropecuária.

Foto: Arquivo
Setor da construção foi aquecido em junho
 
Os setores da construção civil e agropecuária alavancaram a geração de emprego no Maranhão em junho, mês que fechou com a criação de 1.179 novos postos de trabalho com carteira assinada, um incremento de 0,25% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. O estado registrou o segundo melhor saldo na região Nordeste, sendo superado apenas pela Paraíba, que criou 1.273 vagas.
De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a atividade da construção civil criou 1.117 postos de trabalho no mês passado, enquanto o setor agropecuário gerou 715 vagas. A indústria de transformação também contribuiu para o saldo positivo, com 159 empregos celetistas gerados.
Os segmentos de comércio e serviços, responsáveis por grande empregabilidade no estado, não tiveram bom desempenho no período ao registrarem queda de 0,05% e 0,34%, respectivamente. Somente na atividade de serviços, foram eliminados 621 postos de trabalho.
Dos 52 municípios maranhenses acompanhados pelo Caged, 22 registraram aumento na oferta de emprego formal, incluindo São Luís, que no período teve saldo de 227 vagas. Os municípios de Vitória do Mearim, São Mateus, Lago da Pedra e Arame mantiveram os postos de trabalho. Os demais tiveram queda no emprego formal.
Os 1.179 postos de trabalho criados pelo Maranhão contribuíram para que no resultado geral do mês de junho o país registrasse saldo positivo de 25.363 empregos com carteira assinada, o que representou um crescimento de 0,06 %.

Fábrica da Algar em Porto Franco já opera com nova matriz energética

Planta industrial de produção de óleo de soja substituiu o óleo derivado de petróleo por biomassa, investimento de 17 milhões.

Foto: Divulgação
Maurício Macedo, prefeito e executivos da Algar
A planta industrial da Algar Agro, empresa esmaga soja, refina e envasa óleo, na cidade de Porto Franco, tem agora a biomassa como nova matriz energética, em substituição do óleo derivado de petróleo. A caldeira de biomassa iniciou suas atividades na quarta-feira, 16, com uma cerimônia realizada na fábrica.
A caldeira tem capacidade de gerar 40 toneladas de vapor por hora. O investimento foi de R$ 17 milhões e vai proporcionar uma redução de cerca de 50% nos custos totais da operação da fábrica, que tem capacidade para produzir 5,5 milhões de caixas de óleo por ano.
O presidente executivo do grupo Algar Agro, Luís Alexandre Garcia, explicou o impacto dessa nova matriz energética. “Esse é um projeto importante para gerar competitividade para a fábrica e para a cidade. E, sobretudo, um projeto de sustentabilidade, reduzindo a emissão de gases CO2, pois deixamos de utilizar o combustível fóssil para utilizar um combustível renovável, que não polui. Estamos em sintonia com as melhores práticas de sustentabilidade do planeta”, avaliou.
Presente à cerimônia, o secretário de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Maurício Macedo, enfatizou a iniciativa da Algar Agro em substituir a matriz energética baseada em óleo derivado do petróleo pela biomassa, que é renovável e mais barata.
Para Maurício Macedo, essa obra demonstra o pulsante desenvolvimento do estado, com o trabalho de atração de empreendimentos industriais. “Essa é uma indústria exemplar, porque ela transforma uma cadeia primária em uma manufaturada. Essa indústria tem um grande impacto na região, com investimento com mais de R$ 100 milhões, que produz óleo refinado para todo o Brasil. É a única indústria de óleo refinado do Maranhão”, explicou.
De acordo com Maurício Macedo, o Governo do Estado tem como uma de suas prioridades possibilitar o máximo de infraestrutura para instalação de indústrias e fábricas no Maranhão. “O Governo do Estado tem participado com melhoria da infraestrutura dos municípios. Nós fizemos um convênio ano passado para recuperação do Distrito Industrial de Porto Franco no valor de
R$ 1 milhão. E agora estamos fazendo a desapropriação do terreno para que finalmente o Distrito Industrial de Porto Franco saia do papel e alcance sua plenitude, para que ele possa expandir e atrair novos investimentos”, destacou.
O prefeito de Porto Franco, Aderson Marinho, comentou a parceria do Governo do Estado com o município. “Isso aquece o desenvolvimento do município, como toda região e dá oportunidade das pessoas trabalharem”.

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A unidade do grupo Algar, de Porto Franco, foi instalada em 2005, atuando com o esmagamento e exportação de soja e farelo. Em 2012, foi inaugurada a refinaria e envasamento de óleo de soja. A planta tem a capacidade de produzir 5,5 milhões de caixas de óleo por ano. Hoje, a fábrica emprega 795 pessoas, sendo 195 empregos diretos e 600 indiretos.

Secretaria de Aviação Civil vai investir em mais 11 aeroportos do Maranhão

Ação faz parte do Programa de Investimento em Logística: Aeroportos; Também enviou ao aeroporto de Imperatriz caminhões de combate a incêndio.

 
Foto: Divulgação
Caminhão anti-incêndio aeroportuário
O Maranhão tem 11 aeroportos incluídos no Programa de Investimento em Logística: Aeroportos, desenvolvido pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), que investirá cerca de R$ 270 milhões no desenvolvimento dos aeroportos regionais.
Os aeroportos beneficiados com o programa ficam em: Babacal, Balsas, Barra do Corda, Barreirinhas, Carolina, Caxias, Governador Nunes Freire, Imperatriz, Pinheiro, Santa Inês, São João dos Patos. Cinco estão em fase de estudo preliminar.
Já o Aeroporto Prefeito Renato Moreira, em Imperatriz, recebeu dois caminhões de combate a incêndio da Secretaria de Aviação Civil. Os veículos vão garantir a segurança das operações e dos passageiros do interior do Maranhão. Cerca de 300 mil pessoas serão beneficiadas e o investimento é de aproximadamente R$ 3,1 milhões.
Além dos caminhões, o aeródromo será modernizado com recursos do Programa de Investimento em Logística: aeroportos, coordenado também pela SAC.

Modernização - Os caminhões contra incêndio aeroportuário são os mais modernos do mercado. Cada um tem capacidade de armazenar 6,1 mil litros de água e 780 litros de espuma.
O jato do canhão de teto lança, além de água e espuma, pó químico, e alcança uma distância de 70 metros. O canhão do pára-choque chega a 46 metros. O display que mostra o "comportamento" do veículo (quantidade de água, pressão do jato) foi modernizado para dar mais segurança ao operador que trabalha de dentro ou de fora do caminhão durante a emergência.
O ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, esteve esta semana na fábrica da montadora Lavrita, em São Bernardo do Campo (SP), para cerimônia de entrega dos primeiros 35 caminhões do programa.
Os veículos serão distribuídos em 13 estados brasileiros - Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Rondônia, São Paulo Tocantins, Acre, Ceará, Maranhão, Pará, Amazonas e Amapá. O investimento ultrapassa R$ 36 milhões e vai beneficiar mais de 2 milhões de pessoas.

Qualidade - "Com esses caminhões, mostramos que estamos melhorando a qualidade da gestão e garantindo um alto padrão de serviço para a população brasileira. Vimos os aeroportos que mais precisavam desses investimentos, como os aeroportos da Amazônia, que são fundamentais para o transporte da população devido às grandes distâncias", disse o ministro.
Moreira Franco destacou ainda que a ideia é integrar o país para garantir novas oportunidades aos brasileiros.

Aeroportos beneficiados


Babacal
Balsas
Barra do Corda
Barreirinhas
Carolina
Caxias
Governador Nunes Freire
Imperatriz
Pinheiro
Santa Inês
São João dos Patos

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Japão quer construir um novo terminal no Itaqui

Japão investirá no Brasil para melhorar provisão de grãos

Governo e empresas japonesas investirão na criação e melhora de infraestruturas no Brasil com objetivo de aumentar e assegurar provisão de grãos

 
Koichi Kamoshida/Bloomberg
                 
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe
Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe: Abe deve anunciar plano em visita ao Brasil

Tóquio - O governo e empresas do Japão investirão na criação e na melhora de infraestruturas no Brasil com o objetivo de aumentar e assegurar a provisão de grãos ao país asiático, explicaram nesta terça-feira fontes ligadas à matéria.

 

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, deve anunciar este plano em meio à visita que realizará ao Brasil dentro de uma viagem pela América Latina, a ser realizada entre os dias 25 julho e 4 de agosto.
Apesar de sua agenda ainda não estar confirmada, Abe deve abordar o assunto após uma reunião com a presidente Dilma Rousseff.
Dentro deste plano e para participar dos projetos de melhora e construção de portos, estradas ou ferrovias no Brasil, diferentes companhias japonesas terão direito de obter empréstimos com juros mínimos por parte do Banco de Cooperação Internacional do Japão.
Desta forma, o governo japonês pretende encurtar os tempos de carga e o transporte do cereal até o país asiático, que, perante o aumento da demanda da China, busca alcançar provisões estáveis de grão, especialmente de milho e soja.
De acordo com as fontes, essa medida conta com o respaldo e interesse de ambos os governos e não chega a ser uma novidade, tendo em vista que empresas japonesas já realizam projetos para potenciar as exportações vindas do Brasil, um dos maiores exportadores de grão do mundo.
É o caso da Sojitz, que, em outubro passado, anunciou um plano de investimento na brasileira Cantagalo General Grains, empresa do agronegócio que tem como controladora a Coteminas.
Neste caso, o acordo inclui um plano para melhorar o porto de Itaqui, no Estado do Maranhão, onde um novo terminal seria construído para enviar diretamente as cargas ao Japão, ou seja, sem passar pelos portos do sul do país.

O BUMBA MEU BOI DO MARANHÃO

O BUMBA MEU BOI DO MARANHÃO



Boi de Orquestra: é o estilo originario do baixo Itapecuru (Rosário) e região do Munim. Tem uma orquestra, evidenciando a parte do sopro e cordas (saxofones, banjos, clarinetas, flautas etc.) e mais um bombo, tambor-onça e maracás.
Grupos mais populares desse sotaque: Axixá, Morros, Nina Rodrigues, Sonhos, Mirantes da Ilha, Upaon-Açu, Ceic, Brilho da Ilha, Mocidade de Rosário, Mocidade Axixaense, Brilho da Terra, etc.
           

                                                 O QUE É SER MARANHENSE???
SER MARANHENSE É SER NORDESTINO, NORTISTA E AO MESMO TEMPO NENHUM DOS DOIS.
É SER BRASILEIRO EM SUA MÁXIMA EXPRESSÃO E INTEIRAMENTE TROPICAL,COLORIDO,
HOSPITALEIRO, MUSICAL E FESTEIRO. É NASCER POETA, ESCRITOR, ARTESÃO, LÚDICO E SORRIDENTE, BOIEIRO,SAMBISTA, BATUQUEIRO E REGUEIRO. É LEVAR A ALEGRIA NA ALMA. É SER MULATO, CABOCLO,
CAFUZO, NEGRO, BRANCO E INDIO. É SER ARDENTE E CALOROSO COMO A PROPRIA TERRA
E DANÇAR AOS MILHARES DE RITMOS DELA. É A SIMPLICIDADE E A HUMILDADE
MATERIALIZADAS. É FORTALEZA PARA ENFRENTAR AS ADVERSIDADES. É SER RELIGIOSO E
TER MUITA FÉ: EM DEUS, SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, VODUNS, ORIXÁS, CABOCLOS, ENCANTADOS,
PAJÉS, LENDAS E SUPERSTIÇÕES. É FALAR UM PORTUGUÊS CASTIÇO MAS TAMBÉM
CABOCLO. É APRECIAR ARROZ DE CUXÁ, JUÇARA, SABORES DO NORTE E NORDESTE, MAR E
SERTÃO. É SE EMOCIONAR COM AS CANÇÕES DE JOÃO DO VALE, CÉSAR TEIXEIRA E SE
DERRAMAR EM LIRISMO AO CAMINHAR PELAS ANTIGAS VIELAS DE SÃO LUÍS E ALCÂNTARA.
É TER ORGULHO DAS NOSSAS BELEZAS NATURAIS. É SER VIVO COMO NOSSA FAUNA E
FLORA E MORENO COMO NOSSO MAR E NOSSOS RIOS. É SER ARTISTA E TEATRO,
CRIADOR E CRIATURA, ATOR E PRODUTOR DA NOSSA RIQUÍSSIMA CULTURA
POPULAR. É SER TÃO DIVERSO E ÚNICO QUANTO O TORRÃO, QUE É A SÍNTESE NATURAL E
CULTURAL DO PAÍS. SER MARANHENSE É, ACIMA DE TUDO, TER IMENSO PRAZER E
ORGULHO DE SÊ-LO.
 

Encontro de Paraquedismo agita Barreirinhas



    O evento reúne mais de mil pessoas, entre profissionais, turistas e apaixonados pelo esporte na cidade de Barreirinhas

Dalvana Mendes
    
    
A cidade de Barrerinhas, conhecido internacionalmente pelo potencial natural e de aventura que a região oferece, vai se tornar palco do "Boogie Lençóis Maranhenses”, o encontro de Paraquedismo, que acontece nos dias 15 a 17 de agosto.

Promovido pela Federação Maranhense de Paraquedismo, o Boogie - palavra usada para se definir grandes encontros nacionais de paraquedismo , deve reunir nesta edição mais de mil pessoas, entre profissionais, turistas e apaixonados pelo esporte.

"A realização do Boogie nos Lençóis Maranhenses, além de ser uma excelente opção para os amantes da aventura, também atrai para o Maranhão grandes esportistas do segmento e turistas interessados na prática de esportes radicais", destacou o coordenador geral do evento, Hasley Juliano Rocha.

Segundo Juliano, o encontro deve reunir grandes desportistas do cenário nacional, além do presidente da Confederação Brasileira de Paraquedistas, Luiz Cláudio Santiago.

Esporte

A partir de uma aeronave, paraquedistas profissionais saltarão a 9 mil pés de altura. Para a prática a Confederação Brasileira de Paraquedistas exige a realização de cursos teórico e prático com oito horas de duração, além de simulação. A idade mínima para realização dos saltos é 17 anos com autorização escrita dos pais ou responsáveis.

Evento
DATA: 15 a 17 de agosto de 2014
HORA: a partir das 8h
LOCAL: Aeroporto de Barreirinhas
MODALIDADE: Pouso de Precisão
MAIS INFORMAÇÕES:
 boogielencois@gmail.com ou www.facebook.com/BoogieLencois

terça-feira, 15 de julho de 2014

Descarga de máquinas, estruturas e insumos para grandes projetos industriais são desembarcados no Porto do Itaqui

Lotes de cargas de projeto da Vale são desembarcados no cais do Porto do Itaqui

Descarga de máquinas, estruturas e insumos para grandes projetos industriais tem sido destaque na movimentação desde o início deste mês em São Luís.
 
Foto: Luís Soares/Arquivo Pessoal
Trabalho de içamento de caixotes do porão do navio
 
A movimentação de cargas de projeto (maquinários, insumos e estruturas), no Porto do Itaqui, tem se destacado neste mês, principalmente descarregamentos para a mineradora Vale. Na primeira semana, o navio BBC Hawaii desembarcou um lote de equipamentos encaixotados e diversas bobinas de cabos de força. Hoje, está prevista a chegada do BBC Celina à Baía de São Marcos, também com carga de projeto para mineradora.
Segundo fontes do setor portuário, essas cargas (ainda não especificadas pela companhia) integram o projeto o CLN (Capacitação Logística Norte) e o S11D, que compreende o desenvolvimento da mina e planta de processamento localizadas na serra sul de Carajás, no Pará, com capacidade nominal estimada de 90 milhões de toneladas por ano (Mtpa) de minério de ferro.
O projeto CLN contempla investimentos na ferrovia e porto, aumentando a capacidade nominal logística estimada da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e do Terminal Ponta da Madeira (TPM), localizado em em São Luís (MA), para 230 Mtpa.
Em abril deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 6,2 bilhões para a Vale. Os recursos serão destinados a investimentos da empresa, de R$ 37,8 bilhões, no S11D e no CLN.
O chamado Sistema Norte, que contém um dos maiores depósitos de minério de ferro do mundo, produziu 115 milhões de toneladas em 2013, de alta qualidade, alto teor de ferro e baixa concentração de impurezas.
Além do financiamento do BNDES, o projeto conta com R$ 1 bilhão em debêntures de infraestrutura emitidas pela Vale em janeiro de 2014, para compor as fontes de recursos da implantação do ramal ferroviário.
O BNDES financiará R$ 30,7 milhões para investimentos voluntários da Vale em projetos sociais com foco em saúde e educação, além da geração de emprego e renda para a população local. A iniciativa prevê impactos sociais positivos para a população local, dado o volume de investimentos e a geração de empregos envolvidos, e contemplará treinamento de mão de obra, capacitação de fornecedores locais e suporte atividades sociais.