segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Fala sério que você que caiu no conto da mudança ainda acredita que essa turma é bem intencionada

 

Chororô e nhenhenhém

O prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PTC), mandou publicar no fim de semana declarações dele manifestando “surpresa” com o programa eleitoral de sexta-feira da coligação “Pra Frente, Maranhão”, que recordou a campanha eleitoral de 2012, ao longo da qual o comunista Flávio Dino, hoje candidato a governador, o apresentou como “a mudança”, prometendo que ele revolucionaria a administração de São Luís. O prefeito reclama que o programa foi “deselegante, raivoso, desrespeitoso e agressivo”, como sendo um ente político acima de tudo e de todos, imune a críticas, podendo fazer as trapalhadas que fizer no comando de uma cidade que abriga hoje mais de 1 milhão de habitantes e muitos problemas a desafiar sua gestão até agora pífia. O programa da coligação “Pra Frente, Maranhão” interpretou rigorosamente os fatos, para mostrar que, se a mudança prometida por Dino tiver a atual administração de São Luís como referência, o Maranhão - que hoje tem gestão pública firme e rumo econômico promissor - poderá embicar uma reviravolta cujas consequências são imprevisíveis. O prefeito Edivaldo Júnior não foi desrespeitado nem agredido. Foi, sim, responsabilizado, juntamente com seu mentor, Flávio Dino, pela gestão nada elogiável que faz na Prefeitura da maior e mais importante cidade do Maranhão até aqui. Numa frase de efeito já batida, que os fatos e o tempo já desmoralizaram, Edivaldo Júnior diz que “o Grupo Sarney penaliza a população de São Luís para atingir Flávio Dino”. E reclama que, além de não firmar convênios - ou seja não repassar-lhe dinheiro vivo - o Governo do Estado “nada faz” por São Luís. Vale a indagação: Avenida IV Centenário, Via Expressa, Espigão Costeiro, Hospital de Câncer, Hospital Carlos Macieira, duplicação da Avenida Hilton Rodrigues, Anel Metropolitano, duplicação da capacidade do Italuís, cinco restaurantes populares e investimentos fortes em segurança, entre outras obras de menor porte não valem, ou o prefeito está falando de outra cidade? O bom senso recomenda que o prefeito Edivaldo Júnior crie juízo, encare a realidade como ela é, deixe de nhenhenhém e comece de fato a administrar a 15ª maior cidade do país e detém o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.


Incrível, não?
O prefeito Edivaldo Júnior se mostra indignado com “o uso político” do Sindicato dos Professores, como se a imagem de professores acorrentados não pudesse ser mostrada. Na sua campanha, Edivaldo Júnior foi para o horário eleitoral na TV mostrar-se horrorizado porque naquele momento os professores de São Luís estavam em greve “há 70 dias”. Sob sua responsabilidade, os professores estão de braços cruzados há 102 dias.

Não é Maranhão?!
“É lamentável que o debate eleitoral tenha perdido o foco do interesse público”, declarou o prefeito na entrevista que mandou divulgar. Vale indagar: os problemas de São Luís não são de interesse público? Ou São Luís não pertence ao Maranhão? E mais: se o debate eleitoral perdeu o foco, o candidato dele, o comunista Flávio Dino, está na contramão da realidade e prometendo o que não deve.


Repasse ilegal



E entre muitas outras “pérolas”, Edivaldo Júnior “denuncia” que a Prefeitura de São Luís é obrigada a pagar 20 parcelas de R$ 2 milhões ao Governo do Estado. Vale uma explicação: trata-se da devolução, por ordem judicial, de R$ 40 milhões repassados pelo Governo do Estado à Prefeitura de São Luís em 2009. O repasse foi feito pelo então governador Jackson Lago quando já estava cassado e não mais podia autorizar nenhum recurso financeiro.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

2º Salão de Turismo da Rota das Emoções em Barreirinhas

Aventura e ecoturismo marcaram 2º Salão de Turismo da Rota das Emoções em Barreirinhas

    2º Salão de Turismo da Rota das Emoções, que acontece em Barreirinhas, quer mostrar as belezas desse pedaço do Nordeste do Brasil que conquistou o mundo



Parque dos Lençois que integra a Rota das Emoções oferece belezas naturais quem visita região
 
Três santuários ecológicos do Nordeste brasileiro, cenários de impressionante beleza, são responsáveis por colocar na agenda e bagagem dos turistas nacionais e estrangeiros uma rota que é o novo endereço do turismo de aventura, ecoturismo e esportes náuticos e radicais: a Rota das Emoções.

O nome não é por acaso: esse pequeno pedaço do Brasil que abrange a costa litorânea dos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, guarda ainda bem preservados o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA), o Delta do Parnaíba (na fronteira MA/PI) e o Parque Nacional de Jericoacoara (CE). Uma região de muitas emoções. E encantadora, em qualquer época do ano. Faça sol ou chuva, alta e baixa estação do turismo, dia e noite.

Nesse roteiro turístico integrado do nosso País estão tesouros naturais valiosos e prazerosos, como as dunas gigantescas, várias lagoas enormes com águas em tons azulados e esverdeados, grande rios serpenteando os municípios, riachos de águas transparente formando pequenos balneários, praias oceânicas a perder de vista...

Além dos manguezais, florestas de coqueiros e de palmeiras nativas da região – e de onde a população dos municípios produzem as belas peças artesanais – como buriti, carnaúba, juçara e tucum.

Aventuras
A Rota das Emoções é uma região que proporciona aventuras em suas inúmeras trilhas localizadas entre dunas e campos e por dentro de riachos, apropriadas para rallys em diversas categorias (veículos 4x4, quadriciclos moto, bikes, UVTs).

E que, pelos ventos fortes e mar a céu aberto, passou a ser também, nos últimos anos, o endereço certo de grandes eventos de esportes náuticos – como surf, windsurf, kitesurf, dentre outros; local para shows de paraquedismo (como o que aconteceu este mês de agosto, em Barreirinhas), e ainda da aviação de ultra-leves (que já programa encontro para o mês de outubro, na mesma cidade).

Fortalecimento
A Rota das Emoções, enquanto roteiro turístico integrado, passou a ganhar visibilidade na programação das operadoras de turismo e agências de viagens em todo o mundo, e também na mídia nacional, com a implementação pelo Sebrae e Ministério do Turismo do Projeto da Rede de Cooperação Técnica para a Roteirização/1ª edição, por volta de 2005.

Desde então, a região – principalmente as comunidades e dos 14 municípios que integram a Rota - vem sendo trabalhada; os produtos melhorados; as atividades ampliadas; e o pessoal do trade turístico capacitados/qualificados. Uma ação contínua e conjunta, que vem envolvendo as lideranças, poder público, autoridades, empreendedores e entidades dos três estados.

Segundo o diretor o diretor-técnico do Sebrae-Maranhão, José Moraes, nesses anos o órgãos vem, juntamente com os governos dos três estados e algumas prefeituras dos municípios que integram a Rota, desenvolvendo trabalhos – oficinas, debates, palestras – no sentido de valorizar a cultura local, e mostrar o potencial turístico da região, como uma forma de desenvolvimento das comunidades e sustento nos mais diversos ramos do turismo, sempre com um olhar na sustentabilidade e competitividade do produto no mercado nacional e internacional.

Uma das formas que o Sebrae encontrou para dar maior visibilidade aos produtos únicos desse roteiro turístico integrado e o consolidar como um destino sustentável de referência no Brasil e no exterior foi a realização de um Salão do Turismo. A primeira edição aconteceu ano passado, em Parnaíba (PI).

Produtos
O 2º Salão do Turismo da Rota das Emoções acontece esta semana, na Praça do Trabalhador e Av. Beira-Rio (banhada pelo Rio Preguiças) na cidade de Barreirinhas (MA), a 260 km de São Luís (MA).

“É a grande confraternização do trade turístico desta região do Brasil e a oportunidade que temos de fazermos uma troca de experiências, vivências, iniciativas, programas e dos produtos de cada um dos municípios que compõe a Rota das Emoções, e ao mesmo tempo mostramos isso para o Brasil, para todo mundos”, acentua o prefeito Léo Costa.

Além da exposição dos produtos e artesanato de cada município, o Salão de Turismo vai contar com espaços para oficinas, palestras, gastronomia, shows artísticos e culturais.

Integram a Rota das Emoções 14 municípios: Barreirinhas, Paulino Neves, Araioses, Santo Amaro do Maranhão e Tutóia (no Maranhão); Ilha Grande, Parnaíba, Luís Correia e Cajueiro da Praia (no Piauí); Barroquinha, Camocim, Chaval, Cruz e Jijoca de Jericoacoara (no Ceará).

Os “Destinos Complementares” da Rota são: Água Doce do Maranhão, Alcântara, Raposa, São José de Ribamar, Araioses, Humberto de Campos e Primeira Cruz no Maranhão); Pedro II, Piracuruca e Piripiri (Piauí); Costa dos Ventos - Caucaia, Paracuru, Paraipaba, São Gonçalo do Amarante e Trairí (no Ceará).
 

São Luís é a 15ª cidade mais populosa do país, diz IBGE

Em levantamento feito entre as capitais, pelo instituto de pesquisa a cidade tem a 13ª maior população brasileira.

 

Foto: Flora Dolores
São Luís tem uma população de 1.064.197
Levantamento elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado na edição de ontem do Diário Oficial da União (DOU) mostrou que São Luís é atualmente a 15ª cidade brasileira mais populosa do país, com um contingente de 1.064.197. Em relação às capitais, a cidade tem a 13ª maior população brasileira e a 4ª da Região Nordeste, sendo superada por Salvador (BA), com 2.902.927 pessoas, Fortaleza (CE), com 2.571.896 pessoas e Recife (PE), com 1.608.488 pessoas.
Em comparação com o quantitativo populacional registrado no ano passado, a capital maranhense tem 10.275 pessoas a mais vivendo na cidade, o que representa um crescimento de 0,98% (15ª maior elevação nos níveis populacionais entre as capitais do país). Em 2013, a população de São Luís era estimada em 1.053.922 pessoas.
Já a Região Metropolitana de São Luís, que abrange os quatro municípios da Ilha (São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa), é a 17ª mais populosa do país, com uma população - segundo o IBGE - estimada em 1.403.111 pessoas.
De acordo com o analista de Planejamento do IBGE no Maranhão, João Ricardo Costa Silva, a pesquisa, além de servir para o cálculo dos indicadores econômicos e sociodemográficos e como parâmetro na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios, também tem como objetivo entender a dinâmica das cidades. "Dessa forma, é possível ter um levantamento e entender o fluxo das correntes migratórias, dentro do país, além de analisar de forma mais aprofundada a realidade social de determinadas cidades", explicou.

Municípios do Maranhão tiveram crescimento

Três cidades maranhenses (Lago do Junco, Trizidela do Vale e Santa Luzia do Paruá) estão entre as cidades do estado com maior crescimento populacional do país, segundo levantamento elaborado pelo IBGE. Com base na pesquisa, Lago do Junco (3ª cidade brasileira em crescimento populacional) apresentou uma taxa de elevação no segmento de 7,01%.
A pesquisa também mostrou que a cidade de Trizidela do Vale (7ª cidade brasileira no ranking) teve crescimento de 6,08% no contingente populacional e Santa Luzia do Paruá (10 ª cidade brasileira no ranking) apresentou elevação populacional de 5,38%. Entre as cidades brasileiras com menor crescimento populacional, entre 2013 e 2014, estão três municípios maranhenses.
Na 9ª posição no ranking nacional, está a cidade de Brejo de Areia, com déficit de 6,54%. A cidade de Bernardo do Mearim teve queda populacional de 5,12% (o que posicionou o município em 18º lugar na lista nacional). Outra cidade maranhense presente no ranking é São Luís Gonzaga do Maranhão, com déficit de 3,61% na população.

Mais

A divulgação anual da pesquisa do IBGE obedece à lei complementar nº 59, de 22 de dezembro de 1988, e ao artigo 102 da lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992.
 
Mais dados informativos AQUI

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Celulares do Maranhão e mais quatro Estados terão acréscimo de um dígito a partir de novembro

 


Usuários de telefone celular do Maranhão, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima vão ter o número das suas linhas alterado até o dia 2 de novembro. 
A alteração é uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel e implica que a cada número de celular vai ser acrescendo o dígito 9. Assim, o seu número terá, obrigatoriamente, um número 9 na frente dos demais. O formato será este: Ex.: 9xxxx-xxxx.
A mudança que vai acontecer em novembro já foi implementada nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santos. Segundo a Anatel a mudança aumentará a capacidade de numeração nestas regiões e vai eliminar a escassez de numeração para novos usuários.
A mudança vai atingir os celulares com número de DDD que vai do 91 ao 99. O nono dígito será implementado em todo o País até o fim de 2016. Conforme o mapa ao lado.
  

domingo, 24 de agosto de 2014

Mais de 80 empreendimentos nos últimos 5 anos se instalaram no MA

Foram investimentos que totalizaram quase R$ 64 bilhões e que mudaram o mapa industrial maranhense como decorrência da interiorização.
 
Ribamar Cunha
Subeditor de Economia
 
Nos últimos cinco anos, 82 grandes empreendimentos se instalaram no Maranhão, totalizando quase
R$ 64 bilhões em investimentos privados. Dessas empresas que entraram em operação nesse período, em torno de 62% estão localizadas fora da capital, levando oportunidades de negócios e de emprego e renda para os demais municípios.
O mapa industrial maranhense, até então concentrado em São Luís, passou a se interiorizar em 2009, quando o Governo do Estado desenvolveu uma forte política de atração de investimentos, que se consolidou e despertou o interesse de investidores de todo o mundo.
Hoje, há empreendimentos espalhados em todas as regiões do estado, em municípios como Imperatriz, Porto Franco, Açailândia, Godofredo Viana, Balsas, Santo Antônio dos Lopes, Vargem Grande, Capinzal do Norte, entre outras cidades que estão vivenciando novas perspectivas de desenvolvimento.
São investimentos em mineração, metalurgia, siderurgia, cimento, exploração de petróleo e gás, geração de energia, celulose, produção de alimentos, shoppings e em logística (rodovias, ferrovias e portos). "Isso demonstra como bem sucedido está sendo o processo de interiorização do desenvolvimento do Maranhão", declarou o secretário de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Maurício Macedo.
O Programa de Incentivo às Atividades Industriais e Tecnológicas no Maranhão (ProMaranhão) tem importante participação nesse novo momento da economia do estado. Somente no período de 2010 a 2013, pelo menos 30 empresas foram contempladas, empreendimentos que somam R$ 7,4 bilhões em investimentos.
A instalação desses 82 empreendimentos trouxe novas perspectivas de empregabilidade. No período de 2009 a 2014, esses projetos geraram 171 mil empregos diretos e indiretos. São empregos criados pela fábrica de celulose da Suzano, usinas termelétricas da Eneva e da Geranorte, fábrica de cimento do grupo Votorantim, fábrica de cabos e fios de alumínio da Brascopper, planta de beneficiamento de soja da Algar, pela exploração de ouro do grupo Aurizona, construção do píer IV da Vale, contando ainda com as obras de modernização e expansão do Porto do Itaqui, entre outros investimentos.

Impacto - São projetos que estão impactando no Produto Interno Bruto (PIB) do estado. Em 2009, quando o Governo do Estado lançou sua política de atração de investimentos, o Brasil e o mundo sofriam os efeitos da crise americana de 2008, tanto que, neste ano, o PIB teve crescimento negativo.
Mas não demorou muito para a economia do Maranhão despontar no país. Em 2010, o PIB estadual alcançou R$ 45,256 bilhões, crescimento de 8,7%. No ano seguinte (último dado do IBGE), o PIB já atingira R$ 52,189 bilhões, aumento de 10,3%, consolidando o estado como a 16ª economia do Brasil. Para 2014, a estimativa do PIB maranhense é de chegar a R$ 67,453 bilhões e registrar 5,5% de incremento.
Os resultados alcançados até agora, segundo o secretário Maurício Macedo, são fruto de programa de incentivos fiscais, da consolidação de uma grande infraestrutura assegurada pelo governo, das vantagens competitivas e comparativas do estado e do ambiente de confiança dos investidores na economia do Maranhão.
E o cenário para os próximos quatro anos é de mais desenvolvimento, pois estão previstos 44 novos empreendimentos, os quais estão em fase de instalação ou estudo, com previsão de entrar em operação até 2018, incluindo aí o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), que está sendo construído no Porto do Itaqui.

Mais


O Programa de Incentivo às Atividades Industriais e Tecnológicas no Maranhão (ProMaranhão) tem como objetivo a implantação, ampliação, relocalização e reativação de indústrias e agroindústrias no território maranhense, além de fomentar o desenvolvimento de empresas de pequeno porte que atuam nestes setores.

Números


R$ 64 Bilhões em investimentos privados foram realizados nos últimos cinco anos no Maranhão

82 Grandes empreendimentos entraram em operação no estado no período de 2009 a 2014

62% Dos empreendimentos que entraram em operação no estado estão no interior

171 Mil empregos diretos e indiretos foram gerados pelos 82 empreendimentos em operação

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

São Luís finalmente nos planos da Avianca







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        Por: Luiz Marcos Fernandes,


        Natália Strucchi e Rafael Massadar
        Publicado em: 20/08 - 12:31
        Belém (PA), Palmas (TO), São Luiz (MA), Foz do Iguaçu (PR) e Vitória (ES) são alguns dos destinos que a Avianca pode começar a operar a partir do ano que vem, é o que afirmou Tarcício Gargioni, vice-precidente da companhia aérea, durante o Roashow Turismo 2014. De acordo com Gargioni, a Avianca está estudando 10 cidades importantes para incluir novas rotas na malha aérea em 2015. "Não sabemos ainda quantos poderemos atender, mas com certeza alguns novos destinos vão entrar na nossa rota", ressaltou o vice-presidente, que apontou que o Norte do país ainda não possui nenhum voo da companhia. 

        Em relação as expectativas para esse ano, Gargioni explicou que a indústria teve um crescimento de 6% no primeiro semestre de 2014 e o índice deve se manter até o final do ano. Para a Avianca, o esperado é que a companhia cresça acima dos 30%. 

        quinta-feira, 21 de agosto de 2014

        Empresa gaúcha participa da construção do Tegram

        Squadra é responsável pela implantação da rede industrial e de telemática do teminal.

        Conheça a grandiosidade deste projeto
         
        A empresa gaúcha Squadra Gestão de Riscos está participando da construção do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), no Porto do Itaqui, em São Luís. A empresa, que tem sede em Porto Alegre (RS) e filiais em São Paulo e no Paraná, está desenvolvendo todo o projeto e a implantação da rede industrial de telemática, que une a tecnologia necessária para fazer funcionar as áreas de telecomunicações e informáticas de todo o terminal.
        Para automatizar e viabilizar toda a operaçao do Tegram serão necessários mais de 20 mil metros de cabeamento de fibra ótica. Há sete meses, a Squadra tem uma equipe especializada em implantação de sistemas em São Luís desenvolvendo o projeto. A partir de agora, com o inicio da obra civil, o trabalho de implantação e execução do projeto deve durar mais seis meses.
        “É muito complexo o desenvolvimento de uma rede com esta envergadura; foi necessário aliar a necessidade de alta disponibilidade, a ambientes de atmofesta explosiva, e a uma topologia que atenda a particularidades de uma operação portuária regida pelas normas do Código Internacional para proteção de Navios e Instalações Portuárias [ISPS CODE]. Esse foi o grande desafio deste trabalho”, conta Sidnei Maciel, diretor da Squadra que está à frente do projeto na capital do Maranhão.
        A rede de dados que será instalada pela Squadra contará com dezenas de enlaces de 10 Gigabit atuando de forma redundante. Todos os materiais e equipamentos são adequados para ambientes inflamáveis e industriais, com proteção IP 67.
        A rede vai controlar mais de 170 câmeras de vídeo, todo o sistema de identificação de caminhões por leitura de placas (OCR), cancelas, catracas e torniquetes do sistema de controle de acesso, além do sistema de dados, telefonia IP e itens especificos de automação do Tegram.

        Números


        20 Mil metros de cabeamento de fibra ótica serão utilizados na implantação da rede de informação do Tegram
        170 Câmeras de vídeo, todo o sistema de identificação de caminhões por leitura de placas (OCR), cancelas, catracas e torniquetes do sistema de controle de acesso, além do sistema de dados, telefonia IP e itens específicos de automação do Tegram

        Tegram é motivo de especulações no setor de negócios e logística

        Data precisa de início das atividades do Terminal de Grãos do Maranhão é mantida em sigilo pelas empresas integrantes do Consórcio Tegram.

         
        Foto: Divulgação/Squadra
        Vista do canteiro de obras do Tegram
         
        Prestes a dar início às atividades, o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), projeto em implantação no Porto do Itaqui, em São Luís, é constantemente mote do noticiário nacional. Os informes vão desde negócios gerados, as empresas que disputam a gestão do terminal até a data precisa do início de operações (ainda uma incógnita). Atualmente, a receita do empreendimento gira em torno de R$ 1 bilhão.
        Segundo notícia do site Porto S.A., de ontem, O Tegram deve entrar em atividade em 2015 e a previsão é que, em um prazo de quase 10 anos, o porto consiga aumentar a capacidade atual de exportações de grãos em seis vezes, transformando o Maranhão no maior exportador de grãos do Norte e Nordeste e o terceiro maior do Brasil.
        Entretanto, para O Estado, em fins de julho, o executivo Luiz Claudio Santos, diretor de Logística da CGG Trading, uma das integrantes do consórcio que forma o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), deu detalhes do andamento das obras e da expectativa de início de operação, prevista para o fim de setembro, com a abertura do primeiro dos quatro armazéns.
        Dos quatro armazéns, três estão com obras adiantadas e, segundo Santos, a estimativa é inaugurar cada armazém em intervalos de cerca de 30 dias, na perspectiva de que até fevereiro de 2015 todo o complexo graneleiro esteja em plena operação.
        Lembrando que serão quatro armazéns graneleiros com capacidade estática cada um de 125 mil toneladas, perfazendo um total de 500 mil toneladas.
        De acordo com o executivo, no intervalo de fins de setembro até fevereiro de 2015, os armazéns do Tegram funcionarão em esquema de pool, com todas as empresas operando (dividindo) na mesma estrutura.
        Luiz Santos ressaltou que o consórcio Tegram, formado pelas empresas NovaAgri, Glencore, CGG Trading, Louis Dreyfus e Amaggi, é considerado referência em gestão compartilhada.
        Para ele, o novo terminal vai suprir a demanda de produtores de grãos dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia (Matopiba) e do nordeste do Mato Grosso.

        Negócios – Outra constante no noticiário sobre o Tegram é a geração de negócios. De acordo com o jornal Valor Econômico e o site Portos e Navios, a NovaAgri, uma das empresas que integram o consórcio, será posta à venda e, devido ao terminal, o valor dos ativos, incluindo a sua participação no terminal, chega a
        R$ 1 bilhão.
        De acordo com o Valor, o fundo Pátria colocou à venda a NovaAgri, empresa de logística adquirida em 2010 e entre os ativos estão o terminal portuário, oito armazéns (distribuídos por Bahia, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão) e duas unidades de transbordo de grãos ao longo do Ferrovia Norte-Sul (FNS), que dará acesso direto ao Tegram. A intenção do Pátria é que a venda seja finalizada até outubro.
        Conforme o noticiário, a primeira rodada de negociações atraiu a atenção de grandes nomes do agronegócio, mas o alto preço e o retorno previsto, considerado baixo, afugentaram interessados. A disputa afunilou para a Agrex do Brasil (controlada pela Mitsubishi) e a americana Bunge, que têm atuado de forma mais agressiva nas últimas semanas, embora a CHS (maior cooperativa dos EUA e já detentora de 25% da subsidiária da NovaAgri para o Tegram) permaneça na briga. Há, ainda, indicações de que a própria VLI, o braço logístico da Vale que opera um berço público ao lado do Tegram, estuda a aquisição, ainda que com menor apetite que as tradings.
        Desde a aquisição pelo Pátria, há quatro anos, a Nova Agri saltou de uma capacidade estática de
        100 mil toneladas de grãos por ano para mais de 600 mil toneladas, graças à construção do terminal no Tegram e às unidades de transbordo de carga.
        Segundo o Valor, nas negociações entram também dúvidas sobre a real oferta de grãos na área de influência de Itaqui. Quando começar a operar este ano, o Tegram deverá suprir a demanda de produtores de Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia e do nordeste de Mato Grosso.

        Mais


        O investimento total do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) é de aproximadamente R$ 1 bilhão, segundo informou o diretor de Logística da CGG Trading, Luiz Claudio Santos. Serão R$ 600 milhões na construção dos silos no Porto de Itaqui, R$ 300 milhões que as consorciadas deverão investir em infraestrutura logística nas regiões produtoras do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia (Matopiba) e o restante serão armazéns e transbordos que possibilitarão o Tegram a movimentar os volumes previstos.

        sexta-feira, 15 de agosto de 2014

        Balança do agronegócio maranhense está com superávit de US$ 460 mi

        Até julho, foram vendidos US$ 610,5 milhões em produtos para o mercado internacional, incremento de 34,95% em relação a igual período de 2013.


        Foto: Divulgação
         
        A balança comercial do agronegócio maranhense - diferença entre as exportações e importações - está superavitária. No acumulado de janeiro a julho deste ano, o saldo é de US$ 460,2 milhões, de acordo com as estatísticas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No mesmo período do ano passado, o superávit foi de US$ 325 milhões.
        As exportações do estado estão com bom desempenho ao longo do ano. Nos sete primeiros meses, foram comercializados US$ 610,5 milhões em produtos para o mercado internacional, o que representou um incremento de 34,95% em comparação a igual período de 2013.
        O levantamento do ministério da Agricultura mostra que, do montante de US$ 610,5 milhões exportados, somente a soja respondeu por US$ 390 milhões, sendo o principal item da pauta exportadora do agronegócio maranhense.
        Outro produto que também tem importante participação na pauta exportadora do estado é o algodão, que no acumulado do ano atingiu a cifra de US$ 13,5 milhões. O milho respondeu por US$ 3,8 milhões e a carne bovina por US$ 3,5 milhões.
        Também constam da lista de produtos exportados pelo Maranhão, couro e peles de bovinos e equinos, óleo de babaçu, celulose, madeira, mel, açúcar de cana, entre outros itens.

        Importações - No sentido inverso da balança comercial, o Maranhão importou US$ 150,2 milhões de janeiro a julho deste ano. No mesmo período do ano passado, as importações do agronegócio não passaram de
        US$ 127,3 milhões.
        Arroz e trigo foram os dois produtos que mais impactaram nas importações maranhenses do agronegócio, com a venda de US$ 42 milhões e US$ 18,8 milhões, respectivamente.
        O estado também importou US$ 81,5 milhões de álcool etílico e US$ 4,1 milhões em produtos florestais (madeira, cortiça, móveis de madeira). Também foram comprados US$ 750,2 mil em pescados.
        O levantamento do Ministério da Agricultura verificou, ainda, que as importações do estado também incluíram fibras e produtos têxteis, produtos de couro, produtos hortícolas e leguminosas.

        Mais


        As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram o montante de US$ 9,61 bilhões em julho de 2014. Dentre os principais produtos, os itens de origem animal participaram com 22,2% do total exportado no mês
        (US$ 2,13 bilhões). Já os produtos de origem vegetal formaram a maioria das exportações do agronegócio (77,8%), com o montante de US$ 7,48 bilhões.

        Números


        US$ 460,2 Milhões é o saldo da balança comercial do agronegócio maranhense nos sete primeiros meses deste ano
        US$ 610,5 Milhões foi o valor das exportações do agronegócio maranhense no período de janeiro a julho deste ano
        US$ 150,2 Milhões foi o valor importado pelo Maranhão em produtos do agronegócio nos sete primeiros meses deste ano

        terça-feira, 12 de agosto de 2014

        Votar em branco ou anular o voto é inútil, explica TSE

          Tribunal Superior Eleitoral explica que votos nulos e brancos não anulam uma eleição e que solução ideal mesmo é escolher um dos candidatos, exercendo o direito de cidadão    




         
        Eleições 2014: mais de 50% dos votos nulos não podem anular um pleito
 (Gilson Teixeira /OIMP/OIMP/D.A Press)
        Eleições 2014: mais de 50% dos votos nulos não podem anular um pleito
        A aferição do resultado de uma eleição está prevista na Constituição Federal de 1988 que diz, em seu art. 77, parágrafo 2º, que é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos. Ou seja, os votos em branco e os nulos simplesmente não são computados. Por isso, apesar do mito, mesmo quando mais da metade dos votos for nula não é possível cancelar um pleito.

        Segundo a legislação vigente, o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Por sua vez, é considerado voto nulo quando o eleitor manifesta sua vontade de anular, digitando na urna eletrônica um número que não seja correspondente a nenhum candidato ou partido político. O voto nulo é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, ou seja, não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação.

        Segundo a legislação, apenas os votos válidos contam para a aferição do resultado de uma eleição. Voto válido é aquele dado diretamente a um determinado candidato ou a um partido (voto de legenda). Os votos nulos não são considerados válidos desde o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965). Já os votos em branco não são considerados válidos desde a Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições).

        O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Henrique Neves destaca que a eleição “nada mais é do que verificar a vontade do povo”. “O verdadeiro detentor do poder democrático é o eleitor, que se manifesta por certo candidato. Se a pessoa não vai à urna ou vai e vota nulo, ela não manifesta a sua vontade em relação a nenhum dos candidatos. Se poderia até dizer que ela está fazendo um voto de protesto, mas as regras constitucionais brasileiras dão peso ‘zero’ para esse voto de protesto: ele não é considerado para o resultado das eleições”, frisa.

        O ministro explica que, caso haja mais votos em branco e nulos em uma eleição, os candidatos que teriam de obter o apoio de mais da metade dos votos para serem eleitos em primeiro turno, neste caso, precisarão do apoio de menos eleitores para alcançar a vitória. Por exemplo: em um pleito envolvendo a participação de cem eleitores, para ser eleito, o candidato precisará de 51 votos válidos. Na mesma situação, se dos cem eleitores 20 votarem em branco ou anularem seu voto, apenas 80 votos serão considerados válidos e, dessa forma, estará eleito quem receber 41 votos.

        Anulação da eleição
        Existem, no entanto, algumas situações que autorizam a Justiça Eleitoral a anular uma eleição. De acordo com o Código Eleitoral, art. 222, é anulável a votação quando viciada de falsidade, fraude, coação, interferência do poder econômico, desvio ou abuso do poder de autoridade em desfavor da liberdade do voto, ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei.

        Ainda conforme o Código Eleitoral, em seu art. 224, “se a nulidade atingir mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 a 40 dias”. Em resumo, se ficar comprovado que determinado candidato eleito com mais de 50% dos votos nas eleições majoritárias cometeu uma das irregularidades citadas, a Justiça Eleitoral deverá anular o pleito e determinar um novo.

        “Quando isso ocorre, todos os votos que foram dados àqueles candidatos são anulados. Esses votos anulados não correspondem àqueles votos nulos, quando o eleitor erra a votação [na urna]. São votos válidos que posteriormente são anulados porque houve uma irregularidade na eleição, e aí quando a quantidade de votos anulados chega a mais de 50% é que se faz uma nova eleição”, esclarece o ministro Henrique Neves.

        Além disso, aquele candidato que deu causa à anulação do pleito e à consequente necessidade de realização de nova votação não pode participar dessa nova eleição. O ministro lembra que a Advocacia-Geral da União (AGU) vem cobrando desses candidatos o custo da realização de novos pleitos.

        “Quando ocorre a anulação de uma eleição, a Justiça Eleitoral e a população têm prejuízo. Por isso nós [ministros do TSE] temos muito cuidado nessas situações de anulação de eleição. Há que existir uma prova muito forte e um fato muito grave para que se chegue à anulação de uma eleição. E aí tem que se iniciar um novo processo eleitoral: as eleições são marcadas pelos TREs [tribunais regionais eleitorais] em um curto espaço de tempo, há nova campanha eleitoral, o eleitor tem que pesquisar novamente a vida pregressa dos candidatos para saber dentro daqueles que se lançaram qual tem melhores condições de representá-lo”, observa.

        Outra possibilidade de anulação de uma eleição por parte da Justiça Eleitoral é no caso do posterior indeferimento do registro ou cassação do mandato de determinado candidato que foi eleito com mais de 50% dos votos válidos. Um registro de candidatura pode ser negado, por exemplo, por estar o candidato inelegível ou por este não estar quite com a Justiça Eleitoral.

        Como os candidatos podem recorrer das decisões dos juízes, dos tribunais regionais eleitorais e até do Tribunal Superior Eleitoral, em algumas situações, somente após a eleição tem-se a decisão final acerca do registro de candidatura. Dessa forma, mesmo depois de eleito, é possível que determinado candidato tenha de deixar o cargo devido ao indeferimento de seu registro e a consequente anulação de todos os votos concedidos a ele.

        Em 2013, ao todo, 75 cidades realizaram novas eleições para prefeito e vice-prefeito. Já neste ano, ocorreu renovação de eleição em nove municípios. Em todas essas localidades, as eleições municipais de 2012 foram anuladas pela Justiça Eleitoral porque o candidato que recebeu mais da metade dos votos válidos teve o registro de candidatura indeferido ou o mandato cassado.

        Para evitar a realização de novos pleitos e o consequente prejuízo à sociedade, o ministro Henrique Neves alerta os eleitores sobre a importância de se pesquisar o passado dos candidatos. “A coisa mais importante é o eleitor pesquisar e verificar a vida pregressa do seu candidato. Ele pode escolher se ele vai ler num jornal, se vai ver na televisão, se vai acompanhar o horário eleitoral, buscar na internet, ouvir de um amigo, mas o importante é ele ter informação”, conclui

        Itaqui movimenta volume inédito de 1,7 milhão de toneladas de carga mensal

        Administradora do porto comemora resultado alcançado no mês de julho deste ano e estima bater recorde de 17 milhões de toneladas de carga.


        Foto: Divulgação
        Navios em operação de carga e descarga de produtos
         
        O Porto do Itaqui movimentou 1,7 milhão de toneladas de cargas em julho deste ano, informou a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Segundo a gestora, trata-se de um resultado inédito, fruto do esforço contínuo dos colaboradores (empregados) e evolução constante nas operações portuárias, que são planejadas com segurança e baseadas na confiança e na parceria entre líderes e liderados.
        O informativo da Emap ressalta que o Itaqui é um porto multiuso com vantagens de movimentar cargas variadas. Nos sete primeiros meses do ano, destaque para o aumento no volume das cargas gerais em torno de 150% e dos granéis sólidos e líquidos alcançou o percentual de 12%. Vale ressaltar que nas cargas gerais estão celulose, trilhos e contêineres. Enquanto que para os granéis sólidos, o destaque ficou com o carvão, milho, soja, clínquer (matéria-prima do cimento) e fertilizantes.
        No site do Porto do Itaqui, até o fim da tarde de ontem, não estava disponível para consulta o relatório da movimentação de carga com os dados atualizados até o mês de julho, apenas a estatística do primeiro semestre (janeiro a junho), período em que alcançou a marca de 8 milhões de toneladas de carga.
        Ainda de acordo com a Emap, do início do ano até julho, o porto maranhense movimentou quase 10 milhões de toneladas entre granéis líquidos e sólidos e carga geral. O aumento no volume alcançou um percentual de 15,4% quando comparado ao mesmo período de 2013. A meta até dezembro é bater outro recorde: 17 milhões de toneladas de carga.

        Autoavaliação - A perspectiva otimista quanto ao desempenho das operações do Porto do Itaqui se reflete nas palavras da presidência da empresa gestora. “A inovação abre e consolida mercados, ajuda a superar desafios, reduz custos, aumenta a produtividade, cria novas competências e gera sustentabilidade”, declara Luiz Carlos Fossati, presidente da Emap, ressaltando que resultados já alcançados refletem a postura inovadora adotada pela gestão atual nos últimos anos.
        Neste sentido, segundo o informativo da Emap, a Diretoria de Operações (DOP), que tem à frente José Alves Magalhães, passou por uma reestruturação. As mudanças geraram oportunidades internas e o engajamento de novos profissionais contratados da área de logística e planejamento com os mais experientes do setor de operações.
        O informativo da Emap lista ações como: implantação do regime de turno para coordenadores de operações garantindo melhor gestão 24 horas das operações, maior integração entre as áreas operacionais e a Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento, responsável pela captação dos novos clientes, e o realinhamento interno no setor com a participação de todos os envolvidos nas operações portuárias, impactaram positivamente nos resultados alcançados.
        “Temos uma equipe qualificada com disposição para servir e com capacidade e desejo de evoluir e a vontade de superar resultados. Incentivamos esse comportamento que faz toda a diferença”, afirma Magalhães. O novo cenário induz ao conhecimento compartilhado, metodologia de trabalho assimilada e comprometida com novas posturas além de uma gestão integrada de processos.

        Campo situado na Bacia de Barreirinhas é colocado em consulta pela ANP

        Na área, foi constatada a presença de petróleo e objetivo da agência é verificar se há interesse para realização de rodada com pequenas e medias.

        Foto: Arquivo
        Área de prospecção de petróleo
         
        O campo de São João, localizado na Bacia de Barreirinhas, no Maranhão, é uma das 10 áreas que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) colocou em consulta, com o objetivo de verificar se há interesse para a realização de uma rodada exclusiva com pequenas e médias empresas do setor.
        A partir da manifestação de interesse de empresas, a agência poderá propor ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a realização da Terceira Rodada de Acumulações Marginais ou “rodadinhas”. A última rodada nesse formato aconteceu em 2006 e o campo de São João foi um dos ofertados.
        À época, o campo de São João, onde se constatou a presença de petróleo, foi arrematado pela Rio Proerg, com lance de R$ 4,2 milhões. O projeto, no entanto, não se desenvolveu, pois sequer a empresa assinou o contrato de concessão com a ANP. Nesse mesmo leilão, também foram arrematados os campos de Espigão e Oeste de Canoas, também na Bacia de Barreirinhas, voltados para a exploração de gás natural. As duas áreas estão em vias de produção.

        Consulta - Além do campo de São João, estão em consulta até o dia 3 de outubro, áreas com acumulações marginais nas bacias do Recôncavo (4), Espírito Santo (3), Tucano Sul (1) e Paraná (1). Segundo a ANP, os interessados terão acesso a informações sobre dados sísmicos e poços.
        As áreas que não receberem manifestação de interesse seguirão os trâmites para sua devolução. Para as outras, poderá ser feita indicação para licitação, abarcando tanto o formato de campos marginais, em que a produção é viabilizada pela reabilitação de poços, quanto o formato tradicional, em que as áreas são inseridas em blocos exploratórios.

        Rodadinhas - Neste formato, a ANP realizou duas “rodadinhas”. A primeira aconteceu em 2005, quando 16 áreas foram arrematadas, das 17 ofertadas. O total de bônus de assinatura ofertado foi de R$ 3,045 milhões. Já na segunda, realizada em 2006, foram arrematadas 11 das 14 áreas ofertadas. O total de bônus ofertado foi de R$ 10,677 milhões.
        O Governo Federal tem se esforçado para aumentar a participação de empresas de pequeno e médio porte nas atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás no país. Uma resolução do CNPE, de fevereiro de 2013, prevê que a ANP realize todo ano rodadas de licitações específicas para blocos em bacias maduras e de áreas inativas com acumulações marginais.

        segunda-feira, 11 de agosto de 2014

        São Luís ganha novo ponto turístico e programação cultural no Espigão Costeiro

          

         

        Banda Jayr Torres Quarteto Jazz abriu a temporada musical do Projeto Som na Ilha
        Banda Jayr Torres Quarteto Jazz abriu a temporada musical do Projeto Som na Ilha
        O Espigão Costeiro da Ponta d’Areia está sendo palco do Projeto Som na Ilha. O lançamento ocorreu no fim da tarde do sábado, 9, tendo como atração Jayr Torres Quarteto Jazz. A ação, que ocorrerá todos os finais de semana, reuniu muita gente já na primeira edição. No próximo sábado, 16, o projeto será embalado pelo grupo Instrumental Pixinguinha, também da Escola de Música do Maranhão “Lilah Lisboa”.

        A proposta do projeto é aliar a beleza do local, o espetáculo do pôr do sol e a boa música instrumental produzida no Maranhão. A coordenação é do Governo do Estado, por meio das Secretarias de Estado de Cultura (Secma), Infraestrutura (Sinfra) e Comunicação Social (Secom).

        Na abertura, Jayr Torres Quarteto Jazz embalou o entardecer com clássicos das músicas brasileira e maranhense, como “Urrou” (Coxinho), “Sereia” (Escrete) e “Pisa na Fulô” (João do Vale). O quarteto tem como integrantes Jayr Torres, Samuel Jafé, Ronald Nascimento e Carlos Raquet.

        Prestigiaram o show de lançamento os secretários Olga Simão (Cultura), José Raimundo Frazão (Infraestrutura), Anna Graziella Costa (chefe da Casa Civil) e Carla Georgina (Comunicação Social). “O Governo realiza grande obra de infraestrutura aqui, mas o espaço já se revela como uma área de lazer importante para população de São Luís. E a cultura também está presente com música e o entretenimento para as pessoas que vêm aproveitar o pôr do sol nesse espetáculo maravilhoso”, afirmou Olga Simão.

        O projeto de urbanização do Espigão Costeiro inclui a construção de duas praças, quiosques para venda de artesanato maranhense, lanchonetes, iluminação, proteção de laterais, locais para coleta de lixo, pontos de observação e, ainda, calçadão para práticas esportivas como corrida, ciclismo e caminhadas, e reforma do Memorial Bandeira Tribuzi.

        Pôr do sol também é atração do Espigão Costeiro
        Pôr do sol também é atração do Espigão Costeiro

        “É uma das obras mais importantes de São Luís e uma das mais bonitas que a governadora Roseana entregará para população maranhense este ano. Estamos com 85% da urbanização pronta. As pessoas já estão frequentando e, depois de pronta, será mais um espaço de qualidade de vida e lazer para os maranhenses”, explicou José Raimundo Frazão, secretário de Infraestrutura.

        O músico Jayr Torres também falou da emoção do momento. “É um projeto que estava faltando em São Luís, porque nós temos tudo, cenário, mar e só estava faltando a música para servir de trilha sonora para esse mar lindo”, salientou.

        quinta-feira, 7 de agosto de 2014

        Potencial da Região Metropolitana de São Luís é tema de workshop

         

        Evento tem como ponto central o Corredor Metropolitano. - Divulgação (arquivo)
        SÃO LUÍS – Um workshop, nesta quinta-feira (7), discute o crescimento econômico e populacional da Região Metropolitana de São Luís. O evento, cujo tema é "Potencial do Mercado da Região Metropolitana da Ilha de São Luís", tem como ponto central de discussão a criação do Corredor Metropolitano, que seguirá do aeroporto de São Luís, no bairro do Tirirical, passando pela Estrada da Maioba, pelo bairro do Araçagi e terminando na avenida Litorânea.
        O potencial do local ganhou destaque de uma revista econômica, que aponta a Região Metropolitana de São Luís com o maior índice de consumo no Brasil. Em entrevista ao programa Ponto Final, da Rádio Mirante AM, o representante da imobiliária que realiza o evento, Sérgio Castor, revelou que a principal preocupação é que, do ponto de vista urbanístico, trata-se do trecho mais desorganizado da região. "Nós estamos analisando esse crescimento econômico, esse crescimento populacional, essa aspiração das construtoras em busca desses terrenos para formar grandes equipamentos. Para você ter uma ideia, da Forquilha até o Araçagi, estão construídas, ou em construção, 100 mil unidades habitacionais", disse.

        60 policiais estão aptos a atuar no Centro Histórico de São Luís

        Eles fazem parte de três turmas capacitadas desde o mês de julho pelo Projeto Reviver com Segurança, que tem como objetivo coibir crimes.


        Foto: Fabrício Cunha
        Capacitados pelo Projeto Reviver com Segurança
         
        Lançada no início do mês de julho, o Projeto Revi-ver com Segurança já capacitou 60 policiais militares (PM). Iniciativa do Governo do Estado, por meio das secretarias estaduais de Segurança Pública (SSP), Turismo (Setur) e Cultura (Secma), o objetivo é treinar o efetivo que atua no Centro Histórico de São Luís para, além de coibir crimes, atender melhor os turistas. Segundo dados da Companhia de Policiamento Independente de Turismo (CpTur Ind), 80 ocorrências foram registradas no primeiro semestre deste ano na área da Praia Grande onde foi desenvolvido o Projeto Reviver.
        Desde o dia 5 de junho, quando foi lançado o Projeto Reviver com Segurança, três turmas de 20 policiais passaram pela capacitação. A maior parte dos policiais treinados fazem parte da CpTur Ind, mas policiais de outras unidades também foram capacitados. "Como o trabalho policial é dinâmico, policiais de outras unidades também foram treinados, porque eles podem atender algum turista que esteja em outra área da cidade, que não seja o Centro Histórico, ou pode vir a trabalhar nessa área", explicou o subcomandante da companhia, tenente Edmilson.
        Treinamento - Durante o treinamento, eles recebem noções sobre a história da cidade, localização dos principais pontos turísticos e práticas de bom atendimento. O treinamento tem aulas teóricas, no período da manhã, e um citytuor no fim do dia.
        Por meio dessa parceria entre as secretarias de Estado, os policiais militares capacitados poderão melhorar a segurança da área do Centro Histórico, sobretudo por meio da prevenção, informando aos visitantes quais os melhores horários para frequentar cada logradouro da área, evitando assim que os turistas se coloquem em posição de vulnerabilidade.

        Ocorrências - De janeiro a junho deste ano, foram registradas 80 ocorrências na Praia Grande. A maioria foram roubos, 23 do total. Também houve casos de furtos, lesões corporais, ameaças, tentativa de roubo, desacato, tumultos e homicídios. "Os casos de homicídios registrados foram resultado de briga entre criminosos. Nenhum envolveu turista ou visitante", garantiu tenente Edmilson.
        Em junho, houve ainda a apreensão de entorpecentes. Conforme a CPTur Ind, o recolhimento de armas brancas e drogas é comum, principalmente às sextas-feiras, dia de maior fluxo de pessoas na região, quando o local recebe entre 2.500 e 3 mil pessoas, entre moradores da capital e turistas.
        A Avenida Beira-Mar é o principal ponto de ação de criminosos da região. Localizada na Rua da Estrela, principal ponto de concentração de pessoas, a Praça Nauro Machado também aparece como um dos principais pontos de ações criminosas, assim como as ruas da Palma, Humberto de Campos, Portugal e Boa Ventura.
        Desde abril, a área do Centro Histórico tem policiamento 24h, com 32 policiais responsáveis pela segurança da região. O trabalho é reforçado com o uso de duas viaturas e duas motocicletas. Das 6h às 11h e das 18h às 23h, policiais fazem rondas pela área em motocicletas. O policiamento a pé é reforçado das 7h30 às 13h30 e das 13h30 às 19h30 e viaturas circulam pela área 24 horas por dia. "Somente a presença do policial na rua já inibe a ação criminosa", afirmou o tenente Edmilson.
        A comerciante Maiara Sodré afirmou que as novas práticas de segurança adotadas no Centro Histórico têm surtido o efeito esperado. "Ainda há problemas, mas você percebe a ação da polícia quando necessário. Nos dias de maior circulação, os policiais fazem rondas constantes e quando ocorre algum problema eles resolvem rapidamente. A gente já se sente um pouco mais tranquilo", comentou.

        Ocorrências


        23 roubos
        11 furtos
        11 lesões corporais
        9 averiguações de denúncias
        8 ameaças
        7 casos de desacato
        4 apreensões de drogas
        3 homicídios
        2 tentativas de roubo
        2 tumultos